Em atenção ao disposto no art. 23, III, do Estatuto Social, a Diretoria da Softex convoca todos os Associados em dia com as obrigações sociais a participarem da Assembleia Geral na modalidade Extraordinária, para eleição do Conselho Fiscal, cujos nomes foram indicados pelo Conselho de Administração com base na proposta feita pela Diretoria, nos termos dos artigos 27, III, do Estatuto Social, bem como para deliberarem sobre a Mensagem do Presidente à Assembleia Geral e o modelo excepcional de realização da Assembleia que se pretende adotar em razão da pandemia de Covid-19, com fundamento no art. 21 do Estatuto Social.

Todos os detalhes sobre a convocação estão dispostos no edital publicado no site da Softex no link a seguir:

O termo de cooperação terá o prazo de cinco anos

 

Por Fabrício Lourenço
Comunicação Softex

 

Brasília, 17 de dezembro de 2020 –  A Softex e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) firmaram  um acordo de Cooperação Técnico-Científica, no último dia 7 de dezembro, que prevê, entre outros objetivos, a promoção e a cooperação técnico-científica entre as duas entidades. 

O extrato, que  foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) edição 235, seção 3, pág. 79, no dia 9/12/2020, informa, ainda, que o acordo proporcionará a execução 

de atividades conjuntas nos campos do empreendedorismo, incluindo atividades conjuntas em projetos que visem à implementação de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e capacitação de recursos humanos. 

A Softex, entidade que há 25 anos atua em prol do fomento da transformação digital brasileira, possui em seu portfólio 5 mil startups, 6 mil empresas, 500 mentores que integram a sua base, uma aceleradora exclusiva e mais 19 parceiras, além de 34 ICTs credenciadas. 

 

 

 

O Fundo Quarta Revolução Industrial (Inova 4RI) terá R$ 50 milhões para investir em startups em diferentes verticais tecnológicas e fará aportes de R$ 500 mil a R$ 5 milhões em negócios voltados a tecnologias como Inteligência Artificial, Manufatura Aditiva, IoT, Biologia sintética, dentre outras soluções tecnológicas

Assessoria de Imprensa Bertha Capital

Brasília, 17 de dezembro de 2020 – A SOFTEX, em parceria com a Bertha Capital e M8 Partners, se uniram para lançar um Fundo de Investimento em Participações – Capital Semente, voltado a investir em startups da Quarta Revolução Industrial.  O advento da digitalização como um vetor de transformação de processos, produtos, serviços e modelos de negócio tem impactando significativamente a atividade empresarial. Soma-se a isso um conjunto de outras tecnologias relacionadas a impressão 3D, novos materiais e biologia sintética, por exemplo, que integram o mundo físico, digital e biológico caracterizando uma 4a. revolução industrial.

O “Fundo Inova 4RI” será dedicado ao desenvolvimento de iniciativas disruptivas, de base tecnológica, que busquem alavancar soluções com tecnologias voltadas à Quarta Revolução Industrial. O objetivo é contribuir significativamente para ampliar o volume de startups ligadas à Quarta Revolução Industrial, em especial àquelas com soluções que possam apoiar a digitalização da economia brasileira. 

O FIP Inova 4RI terá como cotistas empresas beneficiárias da Lei de Informática Nacional que poderão investir recursos de P&D no Fundo, apoiando a geração de startups e se transformando em sócias dos negócios nascentes de base tecnológica. O FIP nasce aderente às regulamentações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com vistas à captação do recurso das contrapartidas em P&D da Lei de Informática com o foco em capital semente, investindo em empresas de base tecnológica com faturamento médio limite de R$ 16 milhões por ano no momento do aporte, detendo participação sempre minoritária.

Do ponto de vista da base legal aplicável e da estratégia de investimento, destacamos:

    • O Fundo deve se destinar à capitalização de empresas de base tecnológica, empresa de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC);
    • O Fundo não poderá ter participação majoritária na empresa investida;
  • A startup deve apresentar pelo menos duas das seguintes características:
      • desenvolver bens, serviços ou processos tecnologicamente novos ou significativas melhorias tecnológicas nesses;
      • comercializar direitos de propriedade intelectual ou direitos de autor de sua propriedade, ou que estão em fase de obtenção; ou bens protegidos por esses direitos;
      • as despesas de P&D não sejam inferiores a 5% da receita bruta, sendo excluídas dessas despesas os valores direcionados à formação de ativo imobilizado; ou
      • execute por meio de sócios ou empregados diretos, profissionais técnicos de nível superior, atividades de desenvolvimento de software, engenharia, pesquisa e desenvolvimento tecnológico e de mercado.
  • Além disso, a startup também deve satisfazer:
    • Receita bruta anual de até R$16MM, com receita apurada não superior a esse limite nos últimos 3 anos e distribuir, no máximo, 25% dos lucros durante o período em que receber aporte de recursos do Fundo;
    • O investimento não poderá ser feito em empresa controlada, direta ou indiretamente, por sociedade que apresente ativo total superior a R$80MM ou receita bruta anual superior a R$100MM

O fundo deve manter, no mínimo, 90% (noventa por cento) de seu patrimônio líquido investido nos ativos (empresas de base tecnológica, podendo investir até 10% do valor do Fundo em ativos no exterior. O Fundo Inova 4RI tem o objetivo de captar R$ 50 milhões em até quatro anos. Os aportes nas startups irão de R$ 500 mil a R$ 5 milhões. 

Segundo Ruben Delgado, Presidente da SOFTEX, instituição que executa vários programas de apoio a startups no Brasil (Startup Brasil, Conecta Startup, Conexão Startup-Indústria, dentre outros), a oportunidade de um Fundo de Investimento era a peça final que faltava no ecossistema SOFTEX, pois permitirá que muitos recursos alocados nas fases mais arriscadas na forma não-reembolsável em diferentes programas poderão ser aproveitados pelo Fundo de investimento, criando mais um mecanismo de apoio ao ecossistema de startups.  Muitas startups interessantes poderão ser acessadas pelas empresas beneficiárias de Lei de Informática, que poderão ter um “quinhão” do fundo para as suas verticais de negócios definidas. 

Do ponto de vista da tese de investimento e das áreas nas quais as startups serão selecionadas, Rafael Moreira, CEO da Bertha Capital, salienta que tecnologias disruptivas tais como Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT) e Computação em Nuvem são exemplos de tecnologias transversais que habilitam negócios inovadores que estarão no centro da tese de investimento. “O Fundo Inova 4RI possui um foco em colocar mais um instrumento para o ecossistema de startups e para as empresas beneficiárias da Lei de Informática, porque combinará startups nas principais tecnologias habilitadoras no mercado, além de trazer várias corporações empresariais com seus desafios e, portanto, oportunidades de demanda e apoio segmentado em setores econômicos tais como bancos, indústria, eletrônica, dentre outros”, ressalta Moreira.

 

O Fundo Quarta Revolução Industrial, feito em parceria com a Bertha Capital e M8 Partners,
irá fazer aportes de 500.000 a 5 milhões de reais nas startups

De olho nas oportunidades da indústria 4.0, a Softex, organização que apoia startups brasileiras, em parceria com as gestoras Bertha Capital e M8 Partners, decidiu lançar um fundo de investimento para investir em startups do setor.

Segundo Ruben Delgado, presidente da Softex, o fundo era o elemento que faltava para a organização poder ajudar startups iniciantes em todas as frentes. Hoje, a entidade é responsável por programas nacionais como o Startup Brasil e o Conexão Startup-Indústria.

Com o novo fundo, chamado de Fundo Quarta Revolução Industrial, a Softex irá fazer investimentos de capital semente entre 500.000 e 5 milhões de reais em empresas de inovação. A meta dos gestores é captar 50 milhões de reais nos próximos quatro anos.

Na primeira fase, 20 milhões de reais já foram captados e devem começar a ser investidos a partir do primeiro trimestre de 2021. Segundo Rafael Moreira, sócio da Bertha Capital, que tem como clientes empresas como Microsoft, Sabin, Porto Seguro e Multilaser, há um grupo de empresas comprometidas a investir no fundo.

O Inova 4RI foi construído para ter como cotistas as empresas beneficiadas pela Lei de Informática Nacional, que dá vantagens fiscais a empresas de tecnologia que investem parte do seu faturamento em projetos de pesquisa e desenvolvimento nacionais.

Para se adequar as normas estabelecidas na legislação, o fundo só irá fazer investimentos em empresas com faturamento médio máximo de 16 milhões de reais por ano, sempre adquirindo participação minoritária nas companhias.

Do ponto de vista da tese de investimento, Moreira, da Bertha Capital, afirma que empresas com produtos e serviços que utilizam tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas e computação em nuvem são fortes candidatas a receber investimento.

Além da tecnologia, o fundo vai avaliar a experiência dos empreendedores, a qualidade do produto e a possibilidade de escala para definir os aportes. No total, os gestores devem investir entre 12 e 20 empresas, de modo que haja recursos para rodadas subsequentes, caso alguma investida se destaque e precise de mais capital.

Fonte: Exame
Por Carolina Ingizza
link da matéria: https://exame.com/pme/softex-lanca-fundo-de-r-50-milhoes-para-startups-da-industria-4-0/

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Comunicação

Brasília, 15 de dezembro de 2020 – A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de ontem, o Projeto de Lei Complementar (PLP 146/19), batizado de marco legal das startups. Foram 361 votos a favor e 66 contrários. Ela segue agora para apreciação do Senado.

O marco define como startups empresas e sociedades cooperativas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios, com receita bruta anual de até 16 milhões de reais e até dez anos de inscrição no CNPJ.

Estima-se que o Brasil possua atualmente cerca de 13 mil empresas nascentes de base tecnológica, as chamadas startups, em diferentes estágios de desenvolvimento e atuando em segmentos diversos, tais como educação, saúde, agronegócio, comunicação, finanças e saúde.  A Softex, entidade que há 25 anos atua em prol do fomento da transformação digital brasileira, possui em seu portfólio 5 mil.

O presidente da Softex, Ruben Delgado

“Esse PLP é mais um passo para apoiar as startups brasileiras. O marco fortalece o ecossistema empreendedor nacional e estimula a inovação ao ampliar a segurança jurídica, em especial para os investidores-anjo e fundos de investimento, em seu artigo 25. Além de baixar alíquotas de impostos, o que aumentará a rentabilidade dos fundos, também dá outra importante contribuição ao abrir a possibilidade de que empresas de outros segmentos – não apenas as beneficiadas pela Lei de Informática – aportem recursos em fundos voltados à P&D”, comemora Ruben Delgado, presidente da Softex.

Para ele, outro aspecto importante coberto pelo PLP 146/19 diz respeito à isenção de responsabilidade dos investidores sobre passivos e relações trabalhistas. “Com o PLP, o Brasil se alinha a países com ambiente regulatório para fomento – como Estados Unidos, Israel e Alemanha – o que deverá colaborar para aumentar a competitividade e a inovação das empresas nacionais”, complementa Ruben Delgado.

Na visão do deputado João Roma, presidente da Comissão das Startups, “com a aprovação dessa matéria nós temos agora a oportunidade de estimular o nosso desenvolvimento tecnológico e o setor de inovação. Além disso, neste momento de crise, o marco legal pode ser importante vetor para a retomada da nossa economia, a partir do momento em que vai proporcionar e incentivar a criação de novos negócios com base tecnológica”.

Atualmente, os programas da Softex apoiam mais de 6.000 mil empresas e 500 mentores integram a base entidade, que possui uma aceleradora exclusiva e mais 19 parceiras, além de 34 ICTs credenciadas.

“A Softex é o caminho mais curto entre a garagem e o Vale do Silício”, afirma Delgado, lembrando que mais de 600 startups já receberam investimentos por meio dos diversos programas gerenciados pela entidade.

 

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Imprensa

Brasília, 15 de dezembro de 2020 – Nesta terça-feira (15), a partir das 19h, Marcos Pontes, ministro da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), apresentará em live no canal do ministério no YouTube, os resultados do Programa IA2 MCTI, que tem por objetivo fomentar o emprego da inteligência artificial para acelerar a evolução tecnológica em quatro áreas prioritárias: agronegócio, saúde, indústria e cidades inteligentes.

Na oportunidade, Ruben Delgado, presidente da Softex, anunciará os 30 projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) selecionados para trabalhar em parceria com as 13 aceleradoras e 25 ICTs integrantes. Cada um poderá  receber investimentos totais de até R$ 500 mil. É permitido às aceleradoras reter equity e o Programa realizará um aporte de co-investimento de mesmo valor.

Além de estimular o desenvolvimento de novos negócios de maior impacto e  de soluções mais robustas, o IA2 MCTIC também viabiliza acesso aos mercados nacional e internacional por meio da inovação aberta.

Para acompanhar a live, acesse https://www.youtube.com/mctic