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FAQ MPS.BR

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FAQ Avaliação MA-MPS

Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV 1.3. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área de processo Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Mais informações sobre as equivalências de processos do MR-MPS-SW e áreas de processos do CMMI-DEV e, também, dos resultados esperados do MR-MPS-SW e das práticas do CMMI-DEV podem ser encontradas no Guia de Implementação – Parte 11: Implementação e Avaliação do MR-MPS-SW:2012 em Conjunto com o CMMI-DEV v1.3.

Um implementador pode pertencer a uma única Instituição Implementadora (II). Um avaliador pode pertencer a uma única Instituição Avaliadora (IA). Antes de se vincular a uma nova II ou IA deve solicitar à SOFTEX sua desvinculação da(s) anterior(es), conforme pertinente. Não há impedimento para um implementador / avaliador pertencer a uma Instituição Implementadora (II) e a outra Instituição Avaliadora (IA). Neste caso, entretanto, as IAs envolvidas não podem realizar avaliações para as IIs envolvidas.

Caso existam mudanças no Guia Geral, a necessidade de atualização refere-se apenas a avaliadores e membros de II credenciadas. Não há exigência, neste sentido, para os representantes da empresa.

O auditor de gerência de configuração pode assumir a responsabilidade pela execução de outras atividades no projeto, por exemplo, implantação do produto. No entanto, o auditor de gerência de configuração não pode participar diretamente do desenvolvimento de produtos de trabalho identificados como itens de configuração ou de outros produtos que compõem uma baseline do produto de software.

O avaliador líder e os avaliadores adjuntos devem se apresentar vestidos com elegância e sobriedade. Para os avaliadores homens é obrigatório, na avaliação inicial e na avaliação final, o uso de terno e gravata. Para as avaliadoras é obrigatório, na avaliação inicial e na avaliação final, o uso de terninho ou tailleur. Vestidos só podem ser utilizados se acompanhados de blaser.Cabe ao avaliador líder garantir que todos os avaliadores adjuntos de sua IA ou voluntários estejam trajados adequadamente. Deve vetar a participação de qualquer avaliador adjunto que não esteja vestido adequadamente. Deve, no entanto, garantir que isto não prejudique a empresa avaliada e que o avaliador adjunto providencie no período imediatamente a seguir vestimentas adequadas.

FAQ Grupos de Empresas

A empresa perde o direito à parcela do SOFTEX. Não haverá adiamento de parcela até que o marco seja alcançado. Veja os itens 7 e 8 do COMUNICADO 20/2005, que terminam com a seguinte frase: O não atendimento deste requisito suspende automaticamente o apoio financeiro da SOFTEX àquela empresa.

No caso de empresa com um único produto não seria impedimento, pois os processos podem ser de manutenção evolutiva (em geral caracterizam o uso do processo de desenvolvimento) ou até mesmo manutenções corretivas desde que agrupadas várias caracterizem um projeto e uso dos processos.

Conforme disposto no Guia de Avaliação e no COMUNICADO 20/2005: no nível F serão 2 completos e 2 em desenvolvimento; no nível G serão 1 completo e 1 em desenvolvimento. Menos não caracteriza implantação de processos.

Sim. Os desembolsos deverão acontecer em datas anteriores e na mesma proporção daqueles que estarão sendo solicitados à SOFTEX.

Sim, observando que para uma entidade se credenciar como II-MPS.BR ela precisa submeter um proposta nos termos do COMUNICADO 03/2004 e ter seu pleito aprovado pela Sociedade SOFTEX.

As IOGEs devem buscar recursos para ressarcimento de seus custos pelos serviços que prestarão às empresas através de fontes locais e/ou negociar tais valores com as empresas integrantes do grupo.

Isto será tratado por ocasião do convenio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). Qualquer que seja o formato escolhido, este deverá atender à necessidade de que sejam identificadas claramente as contrapartidas exigidas.

Não. Os custos de referência informados levam em consideração os níveis de maturidade do MPS.BR a serem alcançados pelas empresas.

Os custos para implementação e avaliação do MPS.BR, tanto no MNC como no MNE, devem ser acertados entre as partes envolvidas. No caso do MNC-MPS.BR, entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e as empresas.No caso do MNE-MPS.BR, entre a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e a empresa. Nos dois casos acima, os valores podem ser iguais, menores ou maiores do que o Custo de Referência citado do Comunicado. Entretanto, para a SOFTEX, o Custo de Referência significa o valor teto que será considerado para efeito de seu investimento. Ele não pode ser confundido com um preço tabelado que deveria ser seguido obrigatoriamente pelas partes interessadas. Não existe tabelamento de preços de implementação ou de avaliação MPS.

A gestão dos recursos cabe à instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), que assina o convênio com a SOFTEX, e não às empresas. Não há restrições com relação ao uso do dinheiro pela IOGE, desde que usado para as despesas previstas na proposta submetida à SOFTEX para recebimento do apoio financeiro.

FAQ Grupos Implementação

Fábricas de Código podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS-SW (Guia Geral MPS de Software). Para elas, além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral, são permitidas as exclusões de resultados de processos conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional e conforme descrito no Guia de Implementação – parte 9. O mesmo conteúdo desse Guia está distribuído entre os Guias de Implementação dos níveis de maturidade (partes 1 a 7), destacados nos itens “Comentários adicionais para implementação em diferentes tipos de organização”. Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder que realizará a avaliação.

Fábricas de Teste podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS-SW (Guia Geral MPS de Software). Para elas, além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral, são permitidas as exclusões de resultados de processos conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional e conforme descrito no Guia de Implementação – parte 10. O mesmo conteúdo desse Guia está distribuído entre os Guias de Implementação dos níveis de maturidade (partes 1 a 7), destacados nos itens “Comentários adicionais para implementação em diferentes tipos de organização”. Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder.

Sim. O processo de Aquisição deve ser definido, implantado e institucionalizado para minimizar riscos que podem comprometer os resultados esperados, tais como riscos de não cumprimento de prazos, do produto adquirido não ter a qualidade esperada, do produto adquirido não ter compatibilidade com a arquitetura tecnológica definida, dificuldades de integração, problemas de suporte, etc. No entanto, se a aquisição ocorrer antes do início do desenvolvimento do produto de software, então o processo de Aquisição é recomendado, mas não é obrigatório.

Não. No entanto, o processo de Gerência de Reutilização é recomendado para gerenciar como ativos reutilizáveis os componentes de software “livre” ou “código aberto” adquiridos. Também é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

Depende. Se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for da empresa fornecedora do produto de software ao cliente, então existem riscos envolvidos para o cliente e é importante a definição e institucionalização do processo de Aquisição para minimizar esses riscos. No entanto, se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for do cliente, então o processo de Aquisição não necessita ser executado pelo fornecedor do produto de software, mas poderia ser executado pelo cliente. No entanto, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

Sim. Os relacionamentos entre as divisões e colegas de trabalho, geralmente, são informais e isto pode trazer altos riscos para o projeto, principalmente se a aquisição não for planejada e gerenciada de forma adequada e visando garantir os resultados esperados pelo projeto de software. No caso das divisões tiverem passado por avaliações MPS oficiais, o processo de Aquisição também deve ser utilizado para gerenciar por completo o ciclo de desenvolvimento do software.

Sim. O processo de Aquisição deve ser utilizado para garantir que os componentes de software desenvolvidos pela empresa parceira sejam avaliados de acordo com os critérios estabelecidos, bem como sua incorporação ao produto entregue ao cliente seja planejada e gerenciada de forma adequada. Para tanto, é recomendado, também, que sejam analisados, declarados e gerenciados os acordos, estratégias, responsabilidades, obrigações e restrições das empresas parceiras no desenvolvimento de um produto de software.

Não. No entanto, o processo de Aquisição é recomendado no caso da aquisição de ferramentas e/ou componentes de software implicar em riscos para o projeto, por exemplo, as ferramentas e/ou componentes de software interferirem em requisitos de qualidade, como interoperabilidade, eficácia, manutenibilidad, etc.

Sim. Os riscos de contratar terceiros para desenvolver partes do produto de software que será entregue ao cliente são os mesmos riscos relacionados à aquisição de produtos de software de “prateleira” (COTS – Commercial off the shelf software).

Não. Pode-se usar o Guia de Aquisição para aquisições específicas que não impliquem, necessariamente, na implementação do processo de Aquisição na organização. No entanto, em uma avaliação MPS oficial, o avaliador líder possui a palavra final quanto à exclusão ou não do processo de Aquisição do escopo da avaliação.

Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto, não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1)      no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização, que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV 1.3. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área de processo Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Mais informações sobre as equivalências de processos do MR-MPS-SW e áreas de processos do CMMI-DEV e, também, dos resultados esperados do MR-MPS-SW e das práticas do CMMI-DEV podem ser encontradas no Guia de Implementação – Parte 11: Implementação e Avaliação do MR-MPS-SW:2012 em Conjunto com o CMMI-DEV v1.3.

Ao ser aprovada na Prova para Implementadores (P2-MPS.BR), uma pessoa torna-se um consultor de implementação MPS credenciado pela SOFTEX. Desta forma, pode atuar como consultor independente em implementações em empresas e pode, também, solicitar sua integração a equipes de consultores de implementação de uma Instituição Implementadora (II) conforme disposto no COMUNICADO 03/2004. As Instituições Implementadoras (II) são credenciadas pela SOFTEX para dar consultoria de implementação do MR-MPS em empresas e grupos de empresas.

Um implementador pode pertencer a uma única Instituição Implementadora (II). Um avaliador pode pertencer a uma única Instituição Avaliadora (IA). Antes de se vincular a uma nova II ou IA deve solicitar à SOFTEX sua desvinculação da(s) anterior(es), conforme pertinente. Não há impedimento para um implementador/avaliador pertencer a uma Instituição Implementadora (II) e a outra Instituição Avaliadora (IA). Neste caso, entretanto, as IAs envolvidas não podem realizar avaliações para as IIs envolvidas.

O auditor de gerência de configuração pode assumir a responsabilidade pela execução de outras atividades no projeto, por exemplo, implantação do produto. No entanto, o auditor de gerência de configuração não pode participar diretamente do desenvolvimento de produtos de trabalho identificados como itens de configuração ou de outros produtos que compõem uma baseline do produto de software.

Caso existam mudanças no Guia Geral, a necessidade de atualização refere-se, apenas a avaliadores e membros de II credenciadas. Não há exigência, neste sentido, para os Representantes da Empresa.

A declaração de uma IOGE de que a unidade organizacional cumpriu 100% da implementação significa que a unidade organizacional está pronta para ser avaliada com sucesso segundo o julgamento da IOGE e da II. Isto significa que, se o resultado da avaliação não for positivo, esta poderá ser responsabilizada após a auditoria da avaliação por fornecer declaração inadequada.

O MR-MPS-SW e o MR-MPS-SV estão descritos nos seus respectivos Guias Gerais e são a base para as avaliações MPS. O Guia de Implementação detalha o que é esperado em cada resultado de processo descrito no Guia Geral. O conteúdo do Guia de Implementação e as explicações que constam das planilhas de avaliação devem ser usadas pelos implementadores e pelas organizações que serão avaliadas para subsidiar a implementação do MR-MPS-SW e MR-MPS-SV, pois são referência de como será avaliado cada resultado esperado.

Não há qualquer impedimento para uma empresa ser avaliada em nível superior àquele para o qual teve apoio SOFTEX, desde que esta arque com a diferença do custo da avaliação.

Não há impedimento para uma IOGE incluir em um novo grupo de empresas, para receber apoio para passar do Nível G para o Nível F, uma empresa ainda não avaliada no nível G desde que: (i) A IOGE tenha dado declaração de cumprimento dos 100% de implementação, e, (ii) A avaliação esteja marcada e comunicada à SOFTEX, com data de início de no máximo 1 mês e de conclusão de no máximo 2 meses.

FAQ Diversos

Existe uma equivalência entre o MR-MPS e o CMMI. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS para o CMMI, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI estão presentes no MR-MPS. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI para o MR-MPS, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI. 2) no Nível E do MR-MPS, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área Treinamento Organizacional do CMMI. 3) no Nível E do MR-MPS, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI. 4) no Nível C do MR-MPS, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI.

Existe um mapeamento entre as normas internacionais ISO/IEC 12207 (Processos do Ciclo de Vida do Software) e ISO/IEC 15504-2 (Avaliação de Processo – parte 2: Executando uma Avaliação), o CMMI (Capability Maturity Model Integration, do SEI – Software Engineering Institute/ CMU – Carnegie Mellon University) e o modelo de referência MR-MPS, visando garantir a aderência do Modelo MPS a estas duas normas internacionais e sua compatibilidade com o CMMI v1.2. Este mapeamento foi feito pela ETM – Equipe Técnica do Modelo MPS, sob coordenação de Ana Regina Cavalcanti da Rocha/COPPE UFRJ, ao elaborar o Guia Geral do MPS.BR. Neste mapeamento: a) cada resultado esperado do MR-MPS está mapeado para um ou mais resultados destas duas normas internacionais; b) o mapeamento dos níveis do CMMI v1.2 para os níveis do modelo MPS pode ser visto na Tabela 2.

Tabela 2 – Mapeamento entre os Níveis de Maturidade do MR-MPS e CMMI

tabela2

Para garantir 100% de compatibilidade com o CMMI, todas as práticas do CMMI estão contempladas no MR-MPS. Entretanto, visando à conformidade com as normas internacionais ISO/IEC 12207 e 15504-2, as exigências do MR-MPS são maiores do que as do CMMI nos seguintes processos: a) Gerência de Recursos Humanos que no MR-MPS (conforme disposto nas normas ISO/IEC 12207 e 15504-2) abrange aquisição de pessoal, treinamento organizacional e gerência do conhecimento e no CMMI trata apenas de treinamento organizacional; b) Gerência de Portfólio de Projetos, Gerência de Reutilização e Desenvolvimento para Reutilização estão incluídos no MR-MPS (atendendo requisitos das normas ISO/IEC 12207 e 15504-2) e não existem no CMMI.

Resposta atualizada a esta questão e mais informações encontram-se na seção Avaliações emwww.softex.br/mpsbr. Um resumo está na mesma seção, na tabela – Total de organizações com Avaliação MPS (vigentes ou não): quadro-resumo por ano, níveis do MR-MPS e regiões geográficas.

Resposta atualizada a esta questão encontra-se na seção Avaliações em www.softex.br/mpsbr.

Se a organização não tiver implementado e sido avaliada anteriormente no nível G do Modelo MPS, a implementação do nível F normalmente requer até 12 meses de esforço a um custo de referência por empresa de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais); mais R$ 12.000,00 (doze mil reais) que é o custo de referência de uma avaliação MPS, nível F, a ser realizada no prazo de um a seis meses subseqüentes. Estes dados referem-se a uma empresa que integre um grupo de empresas, de modo cooperado, onde alguns custos são compartilhados; no caso de implementações não cooperadas, estes (tempo e custo) podem variar. Por isto, recomenda-se que a organização interessada faça pedido de propostas de implementação às II – Instituições Implementadoras credenciadas e, posteriormente, pedido de propostas de avaliação às IA – Instituições Avaliadoras credenciadas. Veja as Instituições Implementadoras na seção Implementadoras em www.softex.br/mpsbr e as Instituições Avaliadoras na seção Avaliadoras também em www.softex.br/mpsbr

O custo de referência de uma avaliação MPS, nível F, foi informado na resposta à questão anterior. Quanto ao prazo para realização de uma avaliação MPS, o prazo normal entre a avaliação inicial MPS e a avaliação final é de um mês; seis meses é o prazo máximo. Sim, há diferença de prazo e custo para a avaliação de níveis de maturidade distintos, como se depreende da Tabela 4 do Guia de Avaliação – versão 1.1, transcrita a seguir (os guias do MPS.BR estão disponíveis para “download”, gratuito, na seção Guias em www.softex.br/mpsbr).

Tabela 4 – Estimativa de tempo (máximo e mínimo) de uma avaliação MPS.BR e composição (máxima e mínima) da equipe de avaliação.

 tabela

Após a avaliação inicial e dependendo de seu resultado, deve-se rever a duração da avaliação.

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