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As boas práticas recomendadas para as empresas de tecnologia identificarem e adotarem ações de ESG em suas rotinas são o tema central do quarto caderno da série Observando “ESG no Mercado de Tecnologia”.

Elaborado pelos pesquisadores do Observatório Softex, unidade de estudos e pesquisas da entidade, o material tem como objetivo auxiliar as organizações de TIC a estarem mais bem posicionadas para enfrentar os desafios futuros, cumprir com as regulações e atender às expectativas de seus stakeholders, contribuindo assim para um mercado mais sustentável e ético.

A jornada ESG compreende níveis diferentes de maturidade e pode ser iniciada com a técnica 3D (Diagnosticar, Definir, Desenvolver). Esta técnica é um ponto de partida para as empresas que desejam embarcar na jornada ESG, fornecendo uma estrutura clara para diagnosticar a situação atual, definir objetivos e desenvolver estratégias eficazes.

O estudo descreve os cinco graus de maturidade das empresas em relação à ESG: Elementar, Não Integrado, Gerencial, Estratégico e Transformador.Cada nível pode ser adaptado às iniciativas de ESG e sustentabilidade, fornecendo um roadmap claro para que as empresas identifiquem seu grau atual de maturidade e planejem os próximos passos. O objetivo é guiar as empresas desde o estágio inicial até a transformação completa, onde ESG está enraizado na estratégia central da organização.

Para empresas que já possuem um alto grau de maturidade em sustentabilidade, o estudo sugere práticas avançadas, incluindo um roadmap de sustentabilidade. Além disso, apresenta os principais padrões e critérios ESG aplicáveis ao setor de TIC, focando na relevância e adaptação às necessidades específicas das empresas.

O caderno também propõe métricas específicas para avaliar as três dimensões ESG em empresas de TIC e destaca as principais tendências de mercado relacionadas a ESG e sustentabilidade. Entre as tendências, estão novas regulações, transparência em relatórios, tecnologias sustentáveis, cadeia de valor responsável, economia circular, diversidade, equidade e inclusão (DE&I), energias renováveis e metas de emissão de gases poluentes.

O caderno “ESG no Mercado de Tecnologia” é uma ferramenta valiosa para empresas de TIC que buscam alinhar suas práticas com as melhores práticas globais em ESG. Através de diretrizes claras, métricas específicas e insights de mercado, o estudo ajuda as organizações a navegarem pela complexidade da sustentabilidade e a integrar práticas responsáveis em suas operações diárias.

Confira alguns dos insights:

  • Empresas com melhor desempenho em ESG publicam seus relatórios anuais ou de sustentabilidade até o 1º semestre do ano seguinte.
  • Em 2023, 76% das empresas divulgaram informações ESG, representando um aumento de 12% em relação a 2022.
  • O crescimento rápido do ESG é impulsionado por regulamentação, pressão social e influência no valor corporativo.
  • Tecnologias sustentáveis estão entre as 10 tendências globais de negócios para os próximos 3 anos, segundo Gartner.

Para baixar gratuitamente o conteúdo completo do quarto caderno da série “ESG no Mercado de Tecnologia” clique aqui.

Por Karen Kornilovicz
Agência Softex

As inscrições para empresas interessadas em participar como Brasil IT+ no Gartner IT Symposium/Xpo™ prosseguem até a próxima sexta-feira, 12 de julho.

Considerado o principal encontro para tomadores de decisão em tecnologia de grandes organizações globais, o evento – que será realizado de 21 a 24 de outubro em Orlando, na Flórida – oferece uma plataforma exclusiva para que representantes de companhias brasileiras entrem em contato direto com potenciais clientes. Esta é uma oportunidade única para impulsionar a internacionalização e posicionar o Brasil na vanguarda das tendências tecnológicas e oportunidades de negócios globais.

A iniciativa faz parte das ações da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e da Softex. Para informações adicionais e inscrições, clique aqui.

Por Karen Kornilovicz
Agência Softex

Simony César, Founder & CEO da NINA, é a entrevistada do terceiro episódio do DIA²logo, o podcast do Programa IA² MCTI. A importunação sexual é um problema grave e persistente no Brasil, com pesquisas indicando que 97% das mulheres brasileiras já foram vítimas de assédio em espaços públicos, como meios de transporte.

A NINA, uma startup em aceleração pelo Programa IA2 MCTI, está empenhada em transformar essa realidade no Brasil. Ela oferece uma tecnologia que pode ser integrada a diversos aplicativos para rastrear denúncias de assédio e violência. Em Fortaleza, por exemplo, a NINA está integrada ao aplicativo Meu Ônibus. Vítimas ou testemunhas de assédio podem enviar um formulário com detalhes da ocorrência, como local, horário e linha de ônibus. A gestão pública, então, encaminha a vítima às autoridades para assistência psicossocial e, se necessário, para prestar queixa. Os dados das denúncias são disponibilizados aos gestores da cidade, proporcionando maior controle e informação sobre a ocorrência dos crimes.

Em 18 meses de operação em 200 ônibus, mais de 3 mil denúncias foram coletadas, com uma em cada dez resultando em inquérito policial. Desde a incorporação da NINA, o download do app Meu Ônibus Fortaleza cresceu 25%.

O Programa IA² MCTI é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação executada pela Softex com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital (Setad), e recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Ouça agora clicando aqui.

Por Karen Kornilovicz
Agência Softex

O cenário da tecnologia no Brasil ganha novo reforço com o lançamento do EmbarcaTech, programa que oferece capacitação profissional em tecnologias de Sistemas Embarcados e aplicações em Internet das Coisas (IoT) em áreas críticas como Educação, Segurança, Indústria e Saúde.

A área de sistemas embarcados – programas escritos para rodar em um hardware específico – oferece um vasto campo de oportunidades para profissionais de tecnologia, tanto no Brasil quanto no exterior. Eles são a espinha dorsal de muitos dispositivos e aplicações que usamos diariamente, desde eletrodomésticos inteligentes até complexos sistemas automotivos e equipamentos médicos. Com a crescente adoção de tecnologias inovadoras, a demanda por especialistas em sistemas embarcados está crescendo exponencialmente, abrindo um vasto campo de oportunidades de empregabilidade.

Iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) coordenada pela Softex, o EmbarcaTech será executado por seis instituições credenciadas pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI) de forma a conferir abrangência e qualidade na formação oferecida. São elas: Instituto Federal do Ceará (IFCE), Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Instituto Federal do Piauí (IFPI), Instituto Federal do Maranhão (IFMA), Centro de Excelência em Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação (CEPEDI) e HWBr (Hardware Brasil).

O programa visa capacitar e proporcionar uma residência tecnológica para 600 alunos de TIC e áreas correlatas, possibilitando que eles apliquem o conhecimento adquirido em situações reais, solucionando desafios e desenvolvendo inovações tecnológicas; e fomentar o desenvolvimento de projetos usando tecnologias de IoT.

“Com o EmbarcaTech estamos investindo no futuro da tecnologia no Brasil, proporcionando uma formação sólida e prática que beneficiará não apenas os participantes, mas toda a indústria tecnológica do país. A descentralização da oferta dos cursos do tradicional eixo Sul-Sudeste para o Norte-Nordeste e o Centro-Oeste é crucial para promover a inclusão digital e o desenvolvimento econômico em todas as regiões do Brasil, democratizando o acesso às oportunidades tecnológicas”, ressalta Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Capacitação e Residência Tecnológica – O programa está dividido em duas fases principais: uma capacitação inicial e uma residência tecnológica. A primeira fase consiste em uma capacitação intensiva com duração de três meses (160 horas), oferecida através de uma plataforma de Ensino a Distância (EaD) para seis mil alunos. O conteúdo programático contempla um aprofundamento em sistemas embarcados, aplicações em Internet das Coisas (IoT) e estudos de caso em setores como agricultura, indústria, cidades inteligentes (smart cities) e logística. Os alunos que completarem esta fase com sucesso receberão um certificado de conclusão, validando sua capacitação.

A segunda fase é uma residência tecnológica com carga total de 240 horas que se estende por doze meses, destinada aos 600 alunos com melhor desempenho na capacitação inicial. Nesse período, os selecionados contarão com o apoio de uma bolsa de estudos e efetuarão a aplicação prática do conhecimento adquirido em demandas reais de empresas parceiras, desenvolvendo projetos e analisando estudos de caso com especial foco em IoT.

” O EmbarcaTech surge para atender a uma demanda reprimida do mercado de trabalho em tecnologia e engenharia, bem como para acelerar o avanço tecnológico do país por meio da criação de soluções inovadoras e sustentáveis para  os desafios contemporâneos”, destaca Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

As 6 mil vagas da capacitação inicial serão divididas igualitariamente entre as seis instituições participantes. Desta forma, o programa assegura uma distribuição equitativa de oportunidades, garantindo que estudantes de diferentes regiões possam se beneficiar. Para participar do EmbarcaTech, os interessados devem atender aos requisitos divulgados por cada instituição executora nos próximos meses. Todos os detalhes sobre o processo de inscrição serão divulgados em breve.

Mais informações no endereço www.embarcatech.softex.br

Por Karen Kornilovicz
Agência Softex

Na manhã desta quarta-feira (3), ocorreu o IX Fórum de Desenvolvimento da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), no Royal Tulip, em Brasília. Com o tema “Reforma Tributária e Reformas Econômicas: Desafios e Oportunidades para o Financiamento ao Desenvolvimento no Brasil”, o evento reuniu representantes do poder público, entidades do setor econômico e tecnológico.

As participações de Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e Celso Pansera, presidente da ABDE e da Finep, reforçaram a importância do evento. Além deles, o presidente da Softex, Ruben Delgado, também esteve presente. O fórum contou ainda com a presença dos deputados federais Vitor Lippi, Luiz Carlos Hauly e Luiza Canziani.

Um dos temas de destaque foi a Reforma Tributária, com ênfase na proposta de implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O deputado Vitor Lippi destacou que produzir no Brasil custa 20% mais caro devido à burocracia excessiva. Segundo ele, a média de impostos pagos por empresas no país é de 40%, enquanto a média mundial é de 20%. Essa diferença encarece os produtos nacionais.

Durante sua fala, o presidente da Softex, Ruben Delgado, enfatizou a importância de tratar a ciência, tecnologia e inovação de forma diferenciada dos demais setores produtivos, devido à sua transversalidade e ao seu papel fundamental para fortalecer a competitividade do país.

O IVA é um imposto que incide sobre o valor adicionado em cada etapa da produção e comercialização de bens e serviços. Sua implementação no Brasil poderia desburocratizar o sistema tributário, simplificando o recolhimento de impostos e reduzindo a carga tributária sobre as empresas. Isso teria um impacto significativo na economia, tornando-a mais competitiva e atraindo investimentos.

O IX Fórum de Desenvolvimento da ABDE abordou um tema crucial para o país, discutindo a Reforma Tributária e as oportunidades que o IVA pode trazer para a economia brasileira. A presença de representantes do poder público, entidades do setor econômico e tecnológico evidenciou a importância do evento na busca por soluções para impulsionar o desenvolvimento do país.

Por Fabrício Lourenço
Agência Softex

Uma pesquisa do IBM Institute for Business Value (IBV) revelou que 86% dos bancos globais, incluindo os do Brasil, estão desenvolvendo ou se preparando para usar IA generativa, enquanto 8% estão implementando a IA de forma mais sistemática e abrangente. O estudo “Global Outlook for Banking and Financial Markets 2024” destaca quatro áreas principais de foco: engajamento do cliente (31%), operações de risco, compliance e segurança (25%), recursos humanos, marketing e compras (25%) e desenvolvimento de TI (19%).

Quase 60% dos executivos veem maior valor da IA generativa no controle de risco, relatórios de conformidade e engajamento do cliente, enfatizando a importância da privacidade dos dados e da confiança do usuário. Além disso, mais de 60% dos CEOs dos bancos identificam novas vulnerabilidades de cibersegurança (76%), insegurança jurídica (72%), controle da precisão dos resultados (67%) e viés de modelo (65%) como desafios, destacando a necessidade de uma governança eficaz em IA.

No atendimento ao cliente, os bancos estão usando IA generativa para reduzir o volume de chamadas, melhorar a classificação de reclamações, automatizar e resumir conteúdos, capacitar consultores financeiros virtuais e aprimorar processos de aprovação de crédito.

Marcelo Flores, gerente-geral de IBM Consulting Brasil, afirma que o setor financeiro brasileiro lidera a inovação em modelos e soluções tecnológicas, integrando IA Transacional e Informacional para habilitar novos negócios, melhorar a relação com clientes, aumentar a produtividade, desenvolver colaboradores, mitigar riscos de TI e reforçar a segurança cibernética.

Por Karen Kornilovicz

Agência Softex

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