O concurso WEDS – Witsa Emerging Digital Solutions será uma das atividades do congresso mundial do setor que acontecerá no Brasil pela primeira vez

As empresas e startups brasileiras terão este ano uma grande oportunidade de apresentar novas soluções digitais para o planeta. Pela primeira vez na América do Sul, o Congresso Mundial de Tecnologia da Informação (WCIT, na sigla em inglês), que acontecerá em Brasília, trará como uma das novidades o concurso Witsa Emerging Digital Solutions (WEDS).  A competição, uma importante vitrine para as empresas nacionais frente ao mercado global, irá premiar as melhores soluções digitais, mesmo aquelas em escala reduzida, mas que já tenham surtido efeitos positivos em alguma região do mundo.

“Esse concurso quer premiar as inovações já aplicadas e que tenham gerado bons resultados. Nosso foco não é somente a inovação pela inovação, mas pelo impacto positivo que geram e, com isso, nosso principal objetivo é impulsionar as boas soluções para que elas tomem escala global”, explica Humberto Luiz Ribeiro, co-patrono do evento e presidente do Conselho da Memora, empresa do setor que patrocina o congresso.

A seleção e a premiação de produtos ou serviços inovadores acontecerá antes do início do encontro. As inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de agosto por meio do link: www.wcit2016.com/weds.“Estamos muito contentes que o WCIT terá pela primeira vez uma competição internacional que irá fomentar também o mercado nacional. Será uma grande oportunidade para as empresas brasileiras mostrarem suas soluções, e os vencedores participarem desta grande vitrine mundial”, enfatiza Ribeiro.

A comissão julgadora da competição leva em consideração cinco critérios: propósito e impacto da solução; sustentabilidade; replicabilidade; integridade; e inovação. “Esses critérios são fortemente avaliados, pois serão os principais norteadores para verificar se uma solução realmente pode ser disseminada em grande escala”, avalia Ribeiro.

De acordo com o executivo, a princípio o concurso deve premiar cinco empresas, mas como o volume de procura está alto, pode ser que os organizadores avaliem a possibilidade de aumentar esse número. “Nossa expectativa é de que os empreendedores Brasileiros participem intensamente, pois nosso país tem pólos de destaque em TI de Norte a Sul, e muito talento tecnológico a mostrar para o planeta”, comenta.

As empresas vencedoras terão como premiação a passagem aérea para Brasília – de qualquer lugar do mundo – e a credencial “full” que dá acesso a todo o evento. “Além disso, elas ainda terão espaço de destaque para exporem suas soluções, o selo de qualidade da World Information Technology and Services Aliance (WITSA), instituição que promove o congresso, e a chance de participarem de sessões especiais com os principais executivos das maiores empresas de tecnologia do mundo”, explica Ribeiro.

 O Congresso

Pela primeira vez na América do Sul, a 20ª edição do World Congress on Information Technology (WCIT) será realizada de 3 a 5 de outubro, no Centro de Convenções Internacional do Brasil, em Brasília. O WCIT Brasil 2016, que é o mais importante encontro do mercado de Tecnologia da Informação no mundo. Promovido pela WITSA, terá entre os participantes grandes líderes empresariais, autoridades, investidores e acadêmicos que virão para discutir temas relevantes para o setor e fechar negócios.

O encontro teve sua última edição realizada na cidade de Guadalajara, no México. Participaram três mil pessoas de 73 países. Foram 107 palestras, 14 painéis, 10 apresentações, 14 workshops e 11 eventos especialmente desenvolvidos para interação social. A área de exibição contou com 11 pavilhões internacionais, 52 expositores da área de TI e mais de mil negócios foram fechados durante a feira.

A edição brasileira prevê receber cerca de três mil visitantes oriundos de 82 países, 60 palestras e 400 rodadas de negócios.

Entre os participantes já confirmados estão lideranças do mundo da tecnologia como:

  • Dr. Vincent Cerf (criador do protocolo TCP/IP, é um dos criadores da Internet e hoje é vice-presidente do Google);
  • Prof. Soumitra Dutta (reitor da Cornell University, é o responsável pelo Global Innovation Index do Fórum Econômico Mundial);
  • Dra. Hanne Melin (diretora do Ebay para Oriente Médio e África e conselheira da União Européia para Empreendedorismo Digital);
  • Sr. Sean McCormack (diretor de TI da Harley Davidson);
  • Dra. Rhonda Vetere (diretora de TI do gigante grupo de cosméticos Esteé Lauder), entre outros

“As melhores cabeças do mundo da TI estarão presentes nesse encontro. Os vencedores do WEDS terão uma grande oportunidade de fazer network com grandes empresas e importantes líderes que vêm a esse evento em busca de inovação e de bons negócios”, finaliza Humberto Luiz Ribeiro.

INSCRIÇÕES PARA A COMPETIÇÃO WEDS ATÉ 10-Agosto no site wcit2016.com/weds.

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Mercado canadense de TIC: oportunidades para empresas brasileiras

A internacionalização da própria empresa é uma expectativa para muitos empresários. Os executivos de companhias da área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) que embarcaram na missão para o Canadá, organizada pela CCBC e pelo Softex Recife, estão mais perto de concretizar essa expectativa.

Realizada no início do mês, a missão contemplou a visita a empresas e instituições na região de Ontário, segundo maior ambiente de inovação da América do Norte. Com mais de 40 reuniões realizadas, os empresários puderam participar de encontros comerciais e técnicos, estreitando o relacionamento com grandes players canadenses, entre os quais TD Bank, Scotiabank, Royak Bank of Canada, Loblaw e Aecon Group.

“Após uma reunião na rodada de negócios, fizemos uma apresentação na sede de uma empresa canadense para a equipe de TI de um grande grupo. Ficamos surpresos com a abertura da equipe em experimentar novas soluções que possam agilizar e ou resolver os problemas que eles têm.  A missão encurtou o processo que achávamos que seria mais longo”, contou Patrick Gouy, da RH3, uma das empresas que integrou a comitiva ao Canadá.

Além dos encontros de negócios, a missão contribuiu para que as empresas adquirissem novas competências, melhorando sua capacidade técnica e comercial, como a realização de um treinamento dedicado a empresas que buscam fazer negócios com o governo canadense.

“Um representante do governo federal, do Office Small and Medium Enterprises (OSME), realizou uma apresentação com o intuito de apresentar informações relevantes para quem quer atuar no segmento de vendas ao setor público, o que foi muito proveitoso, pois muitas empresas possuem tecnologias para o governo”, afirma Armínio Calonga Júnior, business development da CCBC, que acompanhou a missão.

“A missão empresarial promovida pela Softex Recife em coordenação com a CCBC (Câmara de Comércio Brasil Canadá) no início de julho deste ano foi um sucesso.  O foco em rodada de negócios, proporcionando encontros frente a frente com empresas e organizações canadenses de médio e grande porte contribuiu fortemente para o objetivo B2B das empresas de TI participantes. O evento proporcionou oportunidade direta de desenvolvimento de negócios, permitindo às empresas demonstrarem seus produtos e entenderem demandas do mercado de TI no Canadá. Neste aspecto o trabalho realizado em conjunto com CCBC foi fundamental para conexão com o mercado”, segundo Luis Barrionuevo, da LBarrio Consultoria.

Na visão de Marcelo Marchi, da PrimeUp, “A missão foi essencial para entender como os grandes clientes fazem aquisição de tecnologia em um mercado maduro, pois ficou muito evidente que procuram por inovações que tornem seus processos mais eficientes e digitais. Nas reuniões de negócio foi fundamental direcionarmos nossos esforços nas competências em que temos um grande diferencial competitivo”

Tanto os contatos na área técnica, como na área comercial realizados durante o evento, são pontos de partida para a continuidade das negociações, como destacou Roger Pelegrino da Stefanini. “A rodada é importante, pois conseguimos abrir portas e depois dar continuidade nas negociações. Uma rodada bem estruturada, como a que tivemos, permite um ambiente de negócios neutro e com possibilidade de ter reuniões com os convidados. Apenas vender não é o mais importante, pessoas dispostas a ouvir as soluções que as empresas brasileiras oferecem, também é de extrema importância para esse setor, que muitas vezes requer tempo para o amadurecimento do negócio”, explica.

Segundo Marcos Gomes, Diretor de TI do Softex Recife, a missão foi muito positiva. “Fizemos excelentes contatos, bem qualificados, com empresas e instituições canadenses. O resultado geral na avaliação das empresas é de boas perspectivas de negócios, para isto estamos com um projeto de internacionalização para o Canadá, que vai muito além das rodadas de negócio, e que visa dar suporte as empresas antes e depois da realização destes encontros”, conclui.

O concurso WEDS – Witsa Emerging Digital Solutions será uma das atividades do congresso mundial do setor que acontecerá no Brasil pela primeira vez

As empresas e startups brasileiras terão este ano uma grande oportunidade de apresentar novas soluções digitais para o planeta. Pela primeira vez na América do Sul, o Congresso Mundial de Tecnologia da Informação (WCIT, na sigla em inglês), que acontecerá em Brasília, trará como uma das novidades o concurso Witsa Emerging Digital Solutions (WEDS).  A competição, uma importante vitrine para as empresas nacionais frente ao mercado global, irá premiar as melhores soluções digitais, mesmo aquelas em escala reduzida, mas que já tenham surtido efeitos positivos em alguma região do mundo.

“Esse concurso quer premiar as inovações já aplicadas e que tenham gerado bons resultados. Nosso foco não é somente a inovação pela inovação, mas pelo impacto positivo que geram e, com isso, nosso principal objetivo é impulsionar as boas soluções para que elas tomem escala global”, explica Humberto Luiz Ribeiro, co-patrono do evento e presidente do Conselho da Memora, empresa do setor que patrocina o congresso.

A seleção e a premiação de produtos ou serviços inovadores acontecerá antes do início do encontro. As inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de agosto por meio do link: www.wcit2016.com/weds.“Estamos muito contentes que o WCIT terá pela primeira vez uma competição internacional que irá fomentar também o mercado nacional. Será uma grande oportunidade para as empresas brasileiras mostrarem suas soluções, e os vencedores participarem desta grande vitrine mundial”, enfatiza Ribeiro.

A comissão julgadora da competição leva em consideração cinco critérios: propósito e impacto da solução; sustentabilidade; replicabilidade; integridade; e inovação. “Esses critérios são fortemente avaliados, pois serão os principais norteadores para verificar se uma solução realmente pode ser disseminada em grande escala”, avalia Ribeiro.

De acordo com o executivo, a princípio o concurso deve premiar cinco empresas, mas como o volume de procura está alto, pode ser que os organizadores avaliem a possibilidade de aumentar esse número. “Nossa expectativa é de que os empreendedores Brasileiros participem intensamente, pois nosso país tem pólos de destaque em TI de Norte a Sul, e muito talento tecnológico a mostrar para o planeta”, comenta.

As empresas vencedoras terão como premiação a passagem aérea para Brasília – de qualquer lugar do mundo – e a credencial “full” que dá acesso a todo o evento. “Além disso, elas ainda terão espaço de destaque para exporem suas soluções, o selo de qualidade da World Information Technology and Services Aliance (WITSA), instituição que promove o congresso, e a chance de participarem de sessões especiais com os principais executivos das maiores empresas de tecnologia do mundo”, explica Ribeiro.

 O Congresso

Pela primeira vez na América do Sul, a 20ª edição do World Congress on Information Technology (WCIT) será realizada de 3 a 5 de outubro, no Centro de Convenções Internacional do Brasil, em Brasília. O WCIT Brasil 2016, que é o mais importante encontro do mercado de Tecnologia da Informação no mundo. Promovido pela WITSA, terá entre os participantes grandes líderes empresariais, autoridades, investidores e acadêmicos que virão para discutir temas relevantes para o setor e fechar negócios.

O encontro teve sua última edição realizada na cidade de Guadalajara, no México. Participaram três mil pessoas de 73 países. Foram 107 palestras, 14 painéis, 10 apresentações, 14 workshops e 11 eventos especialmente desenvolvidos para interação social. A área de exibição contou com 11 pavilhões internacionais, 52 expositores da área de TI e mais de mil negócios foram fechados durante a feira.

A edição brasileira prevê receber cerca de três mil visitantes oriundos de 82 países, 60 palestras e 400 rodadas de negócios.

Entre os participantes já confirmados estão lideranças do mundo da tecnologia como:

  • Dr. Vincent Cerf (criador do protocolo TCP/IP, é um dos criadores da Internet e hoje é vice-presidente do Google);
  • Prof. Soumitra Dutta (reitor da Cornell University, é o responsável pelo Global Innovation Index do Fórum Econômico Mundial);
  • Dra. Hanne Melin (diretora do Ebay para Oriente Médio e África e conselheira da União Européia para Empreendedorismo Digital);
  • Sr. Sean McCormack (diretor de TI da Harley Davidson);
  • Dra. Rhonda Vetere (diretora de TI do gigante grupo de cosméticos Esteé Lauder), entre outros

“As melhores cabeças do mundo da TI estarão presentes nesse encontro. Os vencedores do WEDS terão uma grande oportunidade de fazer network com grandes empresas e importantes líderes que vêm a esse evento em busca de inovação e de bons negócios”, finaliza Humberto Luiz Ribeiro.

INSCRIÇÕES PARA A COMPETIÇÃO WEDS ATÉ 10-Agosto no site wcit2016.com/weds.

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Mercado canadense de TIC: oportunidades para empresas brasileiras

A internacionalização da própria empresa é uma expectativa para muitos empresários. Os executivos de companhias da área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) que embarcaram na missão para o Canadá, organizada pela CCBC e pelo Softex Recife, estão mais perto de concretizar essa expectativa.

Realizada no início do mês, a missão contemplou a visita a empresas e instituições na região de Ontário, segundo maior ambiente de inovação da América do Norte. Com mais de 40 reuniões realizadas, os empresários puderam participar de encontros comerciais e técnicos, estreitando o relacionamento com grandes players canadenses, entre os quais TD Bank, Scotiabank, Royak Bank of Canada, Loblaw e Aecon Group.

“Após uma reunião na rodada de negócios, fizemos uma apresentação na sede de uma empresa canadense para a equipe de TI de um grande grupo. Ficamos surpresos com a abertura da equipe em experimentar novas soluções que possam agilizar e ou resolver os problemas que eles têm.  A missão encurtou o processo que achávamos que seria mais longo”, contou Patrick Gouy, da RH3, uma das empresas que integrou a comitiva ao Canadá.

Além dos encontros de negócios, a missão contribuiu para que as empresas adquirissem novas competências, melhorando sua capacidade técnica e comercial, como a realização de um treinamento dedicado a empresas que buscam fazer negócios com o governo canadense.

“Um representante do governo federal, do Office Small and Medium Enterprises (OSME), realizou uma apresentação com o intuito de apresentar informações relevantes para quem quer atuar no segmento de vendas ao setor público, o que foi muito proveitoso, pois muitas empresas possuem tecnologias para o governo”, afirma Armínio Calonga Júnior, business development da CCBC, que acompanhou a missão.

“A missão empresarial promovida pela Softex Recife em coordenação com a CCBC (Câmara de Comércio Brasil Canadá) no início de julho deste ano foi um sucesso.  O foco em rodada de negócios, proporcionando encontros frente a frente com empresas e organizações canadenses de médio e grande porte contribuiu fortemente para o objetivo B2B das empresas de TI participantes. O evento proporcionou oportunidade direta de desenvolvimento de negócios, permitindo às empresas demonstrarem seus produtos e entenderem demandas do mercado de TI no Canadá. Neste aspecto o trabalho realizado em conjunto com CCBC foi fundamental para conexão com o mercado”, segundo Luis Barrionuevo, da LBarrio Consultoria.

Na visão de Marcelo Marchi, da PrimeUp, “A missão foi essencial para entender como os grandes clientes fazem aquisição de tecnologia em um mercado maduro, pois ficou muito evidente que procuram por inovações que tornem seus processos mais eficientes e digitais. Nas reuniões de negócio foi fundamental direcionarmos nossos esforços nas competências em que temos um grande diferencial competitivo”

Tanto os contatos na área técnica, como na área comercial realizados durante o evento, são pontos de partida para a continuidade das negociações, como destacou Roger Pelegrino da Stefanini. “A rodada é importante, pois conseguimos abrir portas e depois dar continuidade nas negociações. Uma rodada bem estruturada, como a que tivemos, permite um ambiente de negócios neutro e com possibilidade de ter reuniões com os convidados. Apenas vender não é o mais importante, pessoas dispostas a ouvir as soluções que as empresas brasileiras oferecem, também é de extrema importância para esse setor, que muitas vezes requer tempo para o amadurecimento do negócio”, explica.

Segundo Marcos Gomes, Diretor de TI do Softex Recife, a missão foi muito positiva. “Fizemos excelentes contatos, bem qualificados, com empresas e instituições canadenses. O resultado geral na avaliação das empresas é de boas perspectivas de negócios, para isto estamos com um projeto de internacionalização para o Canadá, que vai muito além das rodadas de negócio, e que visa dar suporte as empresas antes e depois da realização destes encontros”, conclui.

O deputado federal Celso Pansera (PMDB/RJ), foi eleito presidente do Conselho de Administração da Associação Para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que tem como objetivo executar atividades de apoio, desenvolvimento, promoção e fomento para a Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI. Ele sucederá o senador Walter Pinheiro que deixou o parlamento e o assento do Conselho de Administração da Softex.

Durante a assembleia, que reuniu representantes de órgãos governamentais e de entidades privadas, além de Agentes Regionais, também foi eleito como membro do Conselho, em uma nova cadeira, Marcelo Pagotti, titular da Secretaria de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). Na oportunidade, Maximiliano Martinhão, novo Secretário de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) tomou posse no assento do Conselho pertencente à Secretaria.

Para o presidente da Softex, Ruben Delgado, o ingresso do deputado no Conselho fortalece a entidade, a torna um dos fóruns mais completos da área e cada vez mais próxima do poder Legislativo. “Por ter sido titular do MCTIC, o deputado conhece a fundo os problemas que atingem a nossa indústria e está mais do que qualificado para ocupar o cargo mais alto da entidade. O ministro Kassab foi consultado sobre esta indicação da Frente Parlamentar do Congresso Nacional e a apoiou. Somos todos, portanto, um time único trabalhando em prol da indústria brasileira que desenvolve a tecnologia do país”, destaca.

Perfil

Celso Pansera é formado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com pós-graduação em Supervisão Escolar. Autor, em 2003, do projeto do Centro de Inclusão Digital (CID), assumiu em 2009 a presidência da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

Em 2014, foi eleito deputado federal pelo PMDB-RJ. Na Câmara Federal, além de presidir a Comissão Especial de Crise Hídrica do Brasil, foi membro efetivo da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e, em outubro de 2015, assumiu o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), onde permaneceu até abril deste ano.

O deputado federal Celso Pansera (PMDB/RJ), foi eleito presidente do Conselho de Administração da Associação Para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que tem como objetivo executar atividades de apoio, desenvolvimento, promoção e fomento para a Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI. Ele sucederá o senador Walter Pinheiro que deixou o parlamento e o assento do Conselho de Administração da Softex.

Durante a assembleia, que reuniu representantes de órgãos governamentais e de entidades privadas, além de Agentes Regionais, também foi eleito como membro do Conselho, em uma nova cadeira, Marcelo Pagotti, titular da Secretaria de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). Na oportunidade, Maximiliano Martinhão, novo Secretário de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) tomou posse no assento do Conselho pertencente à Secretaria.

Para o presidente da Softex, Ruben Delgado, o ingresso do deputado no Conselho fortalece a entidade, a torna um dos fóruns mais completos da área e cada vez mais próxima do poder Legislativo. “Por ter sido titular do MCTIC, o deputado conhece a fundo os problemas que atingem a nossa indústria e está mais do que qualificado para ocupar o cargo mais alto da entidade. O ministro Kassab foi consultado sobre esta indicação da Frente Parlamentar do Congresso Nacional e a apoiou. Somos todos, portanto, um time único trabalhando em prol da indústria brasileira que desenvolve a tecnologia do país”, destaca.

Perfil

Celso Pansera é formado em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com pós-graduação em Supervisão Escolar. Autor, em 2003, do projeto do Centro de Inclusão Digital (CID), assumiu em 2009 a presidência da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

Em 2014, foi eleito deputado federal pelo PMDB-RJ. Na Câmara Federal, além de presidir a Comissão Especial de Crise Hídrica do Brasil, foi membro efetivo da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e, em outubro de 2015, assumiu o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), onde permaneceu até abril deste ano.