Um ano após o leilão da tecnologia 5G, o país se prepara para implementar, até o final deste mês, um dos serviços mais importantes  da nova geração de internet voltada para dispositivos móveis com maior velocidade e consideráveis mudanças para usuários e empresas. E a capital federal será a primeira cidade, no dia 7 de julho, a receber a tecnologia.

Mas, o que realmente vai mudar no dia a dia dos usuários em geral? A velocidade de conexão é uma delas, pelo menos é a promessa que todos esperam que se concretize. Para se ter uma ideia, com a nova tecnologia será possível baixar e enviar arquivos rapidamente, reduzir o tempo de resposta entre diferentes dispositivos e obter conexões mais estáveis.  Outro destaque do 5G é que será possível acoplar vários dispositivos simultaneamente, tornando a conexão mais rápida e melhorando a qualidade dos serviços on-line.

Recentemente, a Softex – em conjunto com a Huawei – publicou os white papers “IA Brasil” e “Desenvolvimento de Talentos Pan-Indústria 5G+ Brasil”. Neste último, são abordados os desafios que o Brasil enfrentará a partir da entrada em operação dos serviços 5G em diversos setores, as competências nacionais, as necessárias atualizações da estrutura organizacional das empresas e as habilidades fundamentais para que o país possa entrar nessa nova era tecnológica. 

Para acessar o white papers clique aqui

Confira o cronograma de implementação da tecnologia 5G no Brasil:

  • 31 de julho de 2022: funcionamento em todas as capitais brasileiras (Brasília começa no dia 7 de julho
  • 31 de julho de 2025: funcionamento em cidades com mais de 500 mil habitantes;
  • 31 de julho de 2026: funcionamento em cidades com mais de 200 mil habitantes;
  • 31 de julho de 2027: funcionamento em cidades com mais de 100 mil habitantes;
  • 31 de julho de 2028: funcionamento em cidades com mais de 30 mil habitantes.

Uma análise, com foco na capacidade de inovação baseada em dados de mais de mil empresas, foi realizada no Brasil. Esse estudo, oriundo da versão brasileira da Technology Review – plataforma de conteúdo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT),  divulgou a lista com as 20 empresas que mais inovaram no país. 

De acordo com os organizadores, a iniciativa teve o objetivo de desenvolver a cultura de tecnologia e inovação do universo corporativo brasileiro. Nessa primeira análise as 20 empresas consideradas inovadoras foram: Ambev, Braskem, C&A, Banco Carrefour, Cisco,Conexa Saúde, G4 Educação, Generali, Hospital Albert Einstein, iFood, Movida, Nestlé, Olist, Omnify, Reserva, SAS, Siemens, Tecban, Vibra Energia e Wemobi. Cabe ressaltar que as  companhias são divulgadas em ordem alfabética e não há um ranking entre elas.

 

Fonte: Valor Investe

Para ajudar empresas e startups a identificar o nível de maturidade do seu relacionamento por meio de um diagnóstico personalizado e indicação de boas práticas, já está disponível – gratuitamente – o VIAS scan.

Trata-se de uma ferramenta inteligente do Programa VIAS – Vetor de Inovação Aberta com Startups, que incorpora as melhores práticas do relacionamento entre empresas e startups e funciona como um roadmap para os respondentes.

Abrangendo desde corporações que já praticam inovação aberta com startups até empresas sem nenhuma experiência, além de startups em diferentes níveis de maturidade, com metodologia exclusiva, o VIAS scan realiza um diagnóstico em seis dimensões identificadas como fundamentais: pessoas, cultura, estratégia, ecossistema, conexão e processos.

O resultado apresenta, ainda, um gráfico radar com detalhes do estágio de prontidão e como ele pode ser aprimorado, além de recomendações das melhores práticas e casos de sucesso.

O Programa VIAS é parte da estratégia ABDI Open, jornada de difusão e adoção de tecnologias da ABDI, utilizando a conexão com startups como vetor de transformação e é executado pela Softex.

Para saber mais detalhes e realizar o diagnóstico da sua empresa ou startup, acesse http://www.vias.net.br/

 

Por Ruben Delgado, presidente da Softex

Definitivamente, o futuro é agora. Já estamos nele e temos que aceitá-lo: querendo ou não. Em uma rápida análise sobre a importância da tecnologia no desenvolvimento da sociedade, peço permissão para voltar –  apenas – dez anos no tempo,  para fazer um pequeno comparativo do que presenciamos quando o assunto é tecnologia.

Se antes era necessário ir a uma locadora para alugar filmes, hoje podemos assisti-los pelo streaming, por meio dos smartphones; os computadores estão cada vez mais velozes e inteligentes, guiados pela Inteligência Artificial; as redes sociais ditaram regras e mudanças de comportamento, e o comércio eletrônico facilitou a vida de quem não quer enfrentar filas nas grandes lojas e mercados.

Esses são apenas pequenos exemplos de que somos mais dependentes da tecnologia do que possamos imaginar. O mais interessante de tudo isso é que a sociedade vem evoluindo ao passo que a tecnologia evolui. Da sociedade 2.0,  onde entendemos sobre a emergência de uma nova sociabilidade; passando pela 3.0, a qual acompanhamos a aceleração das mudanças tecnológicas e sociais, chegamos na transição da sociedade 4.0 para a 5.0.

Para refrescar, ainda mais, a memória, a sociedade 4.0, concomitante à velocidade da evolução científica busca se adaptar às novas tecnologias disruptivas que surgem a cada momento. O que podemos afirmar é que as nações e sociedades que não se prepararam para esse novo momento de significativas mudanças terão dificuldades em competir diante dos desafios emergentes. Antes mesmo de “dominarmos” a sociedade 4.0 já estamos passando o bastão para a sociedade 5.0. Isso é possível? Já pertencemos a essa realidade.

A sociedade 5.0 chega com uma proposta capaz de desenvolver uma estrutura de organização social que se baseia em diversas tecnologias entre elas, o bem-estar das pessoas e suas necessidades. De mãos dadas com a tecnologia, serão aprimorados, ainda mais, a internet das coisas (IoT), Inteligência Artificial e tantos outros aparatos tecnológicos que serão muito bem-vindos.

Esse avanço para a sociedade é necessário, até mesmo porque vamos utilizar as ferramentas já existentes ao nosso favor. Aliás, esse novo mundo que se abre, certamente vai modificar, ainda mais, a forma que enxergamos a economia, os meios de consumo e a exploração dos recursos naturais. Em poucas palavras, a Sociedade 5.0 é uma evolução da anterior, que certamente vai  aprimorar o nosso aprendizado nesta nova era que se inicia.

Diante de tanta modernidade ao nosso dispor, a Softex entende que a inovação faz parte dessa nova sociedade. Somos parte de uma grande engrenagem e estamos conectados em um único ideal: promover a transformação digital em todo país. E você? Está preparado para esse novo mundo digital?

 

Trabalhar no metaverso por um longo período de tempo pode levar a maior ansiedade, percepção de cargas de trabalho mais altas e até efeitos físicos adversos para alguns funcionários apurou um estudo recente conduzido por pesquisadores de várias instituições europeias, incluindo a Universidade de Coburg, na Alemanha, e a Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

Ele comparou as experiências de 16 participantes que passaram uma semana de trabalho de 35 horas em espaços normais de escritórios físicos e outra semana executando o mesmo trabalho em realidade virtual.

Os efeitos adversos que o trabalho no metaverso teve sobre os funcionários não se limitaram à saúde mental. Vários reportaram também problemas físicos, além de queda de produtividade.

A ansiedade dos funcionários aumentou 19%, enquanto a percepção de sua carga de trabalho cresceu 35% em comparação à semana passada em um escritório físico – apesar de os pesquisadores garantirem que as cargas de trabalho nas semanas de trabalho virtual e física eram semelhantes. Além disso, a produtividade caiu 16%.

Todos os participantes relataram casos frequentes ou intensos de fadiga visual e náusea. Um informou uma dor de cabeça que durou três horas após 45 minutos de trabalho intenso e dois funcionários desistiram do estudo no primeiro dia em razão de náusea extrema, ansiedade e enxaquecas severas, além de desconforto com o fone de ouvido de realidade virtual.

Clique aqui para acessar os resultados completos da pesquisa.

Por Ruben Delgado, presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex)


As mulheres têm ampliado gradativamente sua participação nos mais diferentes setores da sociedade. A importância da presença feminina na construção de uma sociedade melhor é reconhecida não só como um direito básico, mas como uma decisão estratégica que um crescente número de organizações tem adotado, independentemente da área de atuação.

Infelizmente, essa tendência irreversível ainda não chegou ao mercado de TI brasileiro. Levantamento realizado pelo Observatório Softex detectou um dado extremamente preocupante: no período de 2015 a 2019, houve redução de 2,1% no número de trabalhadoras nos setores de Informação e Comunicação. No de Telecomunicações, a retração foi ainda mais intensa, com queda de 3%.

O estudo também apresenta outro dado preocupante, registrando uma significativa diferença entre os gêneros no tocante à remuneração. Nas atividades de prestação de serviços de informação, a média dos salários masculinos supera em incríveis 27,9% a dos femininos.

A pandemia também contribuiu para agravar esse quadro, uma vez que as mulheres nas áreas de ciência e engenharia relataram ter sido afetadas de forma desproporcional, com a diminuição de pelo menos 5% no tempo de pesquisa em comparação com os homens. O fenômeno não está restrito ao Brasil, com o Global Gender Gap Report 2021 afirmando que serão necessários 135,6 anos para fechar a lacuna de gênero em todo o mundo, contra os 99,5 apurados anteriormente.

É evidente que este é um quadro inquietante que precisa ser imediatamente revertido. O Brasil já conta com um gap estimado superior a 400 mil postos de trabalho.  A solução passa, necessariamente, por esforços coordenados entre o Governo, a iniciativa privada e a academia. Nesse sentido, a adoção de políticas centradas no incremento da participação feminina no setor de TI de nosso país tem potencial não só para nos ajudar a superar a escassez de mão de obra na área, mas também para caminharmos no sentido de garantir uma maior igualdade de gêneros em um setor tão estratégico para o Brasil.