Brasília, 29 de janeiro de 2021 – As inscrições para o programa Dream2B, que tem o objetivo de preparar as startups brasileiras para aceleração no Canadá, estão abertas até o dia 14 de fevereiro. As startups brasileiras que quiserem participar podem se inscrever aqui.

O  Programa Dream 2B, que é promovido em parceria pela Spark Centre, Softex e Synergy Lab Inc, está na sua 5ª edição e irá selecionar 15 startups em todo o país nas áreas de inteligência artificial, cidades inteligentes e veículos autônomos.

Além da oportunidade de participar do projeto de aceleração da Dream2B, as startups que tiverem seu modelo de negócios validado pelo programa e um ótimo fit com o mercado, poderão aplicar para o Startup Visa através do parceiro da Dream2b, que é uma das instituições designadas pelo governo federal Canadense.

De acordo com a gerente da área internacional da Softex, Ana Pires, “as startups já sairão preparadas para expandir seus negócios no Canadá” avisa.

O programa, que será no formato on-line, e que terá um mês de duração, está previsto para acontecer entre os dias 12 de abril a 7 de maio deste ano.  Para conhecer o conteúdo do programa clique aqui.

Vale destacar que as startups que mais se destacarem durante o programa terão a chance de receber investimentos de até CAD $500 mil dólares após o programa da Venture Builder.

O programa Dream2B conta com o apoio da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, Consulado-Geral do Brasil em Vancouver, Consulado-Geral do Brasil em Toronto, Nacional Angel  Capital Organization (Naco), BC Tech Association, City of Oshawa, LGPD Solution e Brazil-Canada Chamber of Commerce (BCC). Mais informações podem ser obtidas aqui.

 

*Por Jorge Sukarie

A discussão sobre a necessidade de o Brasil promover uma Reforma Tributária se estende há mais de três décadas, e apesar de algumas propostas terem sido aventadas ao longo deste período, nenhuma logrou êxito. Atualmente a discussão ganhou força e temos hoje duas PECs (Proposta de Emenda à Constituição) – uma na Câmara dos Deputados (PEC 45), e outra no Senado (PEC 110), além da proposta do Executivo de consolidação do PIS/COFINS numa Contribuição única (CBS) por meio do PL 3887, com chances de avançar.

O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo: atualmente acima de 32% do PIB. E, para agravar ainda mais o cenário, tem seguramente o mais complexo sistema tributário, obrigando as empresas a arcarem com altos custos com a apuração, escrituração e recolhimento dos tributos, além da elaboração e entrega de obrigações acessórias.

Este ambiente gera uma insegurança jurídica que afugenta os investimentos no Brasil. Ou, quando eles acontecem, acabam tendo um custo adicional para enfrentar este manicômio tributário que se instalou no País. Portanto, a necessidade de uma revisão do nosso Sistema Tributário é consenso para que se possa chegar a um sistema mais simples, de fácil arrecadação e menos custoso sob o ponto de vista operacional para as empresas no que tange ao recolhimento de tributos.

Porém, a primeira pergunta que se faz é se este seria realmente o momento mais apropriado para se promover a reforma tributária que o Brasil precisa, considerando que afetará a arrecadação de Municípios, Estados e Governo Federal, num momento em que estes entes Federativos estão com altíssimo déficit fiscal por conta dos gastos para o enfrentamento da pandemia causada por Covid-19. Não seria mais apropriado que esta pretensa Reforma Tributária viesse um momento de maior estabilidade e previsibilidade econômica e, consequentemente, de arrecadação, permitindo assim que seus resultados presumidos tivessem maior chance de acerto?

Outro ponto que chama a atenção, e que é comum às três propostas que atualmente encontram-se em discussão no Congresso, é que todas elas trazem um enorme aumento de impostos para o Setor de Serviços. Apesar da alegação de não preverem um aumento de arrecadação, em alguns casos, dependendo da proposta considerada, a carga tributária será multiplicada em quatro ou cinco vezes para compensar a suposta redução de carga de outros Setores da Economia.

Será que o cidadão brasileiro está disposto a pagar mais por serviços médicos, escolas, plano de saúde, transportes e tecnologia, para citar somente alguns exemplos? Será que não deveríamos focar na Reforma Administrativa, para termos um Estado mais moderno e eficiente, com um menor custo para o cidadão, antes de promovermos uma Reforma Tributária para arrecadar recursos que vão custear um Estado caro, deficiente, com baixa taxa de produtividade?

Um dos fatores que tem limitado a competitividade do Brasil é a sua baixa produtividade. E uma das formas mais eficientes para se ganhar produtividade são investimentos em tecnologia, em inovação. Portanto, o Setor de TIC será ainda mais estratégico para todos os segmentos da economia, permitindo ao Brasil dar o grande salto de produtividade que ele precisa para se destacar no cenário internacional.

Faz algum sentido aumentar a carga tributária de um setor tão estratégico para o Brasil em um momento em que o desenvolvimento será crucial para o sucesso da nação? A discussão sobre a Reforma Tributária que o País está buscando passa por responder a estas e outras perguntas que terão impacto no futuro do Brasil. Não podemos deixar de considerar diferentes setores que, de fato, são estratégicos para o País, e sem dúvida o setor de tecnologia está entre eles.

*Jorge Sukarie, vice-presidente do conselho da ABES

Por Fabricio Lourenço
Comunicação Softex

Brasília, 27 de janeiro de 2021 –  O Brasil pode ser considerado um bom mercado para quem quiser se arriscar no mundo das Startups. Prova disso é que as startups brasileiras estão  na mira dos  investidores, pelas soluções inovadoras que oferecem  e por saírem  ilesos do  cenário econômico brasileiro  – quase nunca favorável para os empresários – com juros baixos que estimulam investimento de risco.

Muitas startups brasileiras procuram, inclusive, apoio desses investidores   para se lançarem também no mercado internacional. Pensando nessa fatia de mercado, a Softex, por meio da área internacional, promoverá, durante este ano, uma série de ações para que empresas de tecnologia ou startups tenham chances de obter investimentos internacionais e realizar vendas e negócios para novos mercados.

Em 2021 estão previstas ações de workshops, treinamentos exclusivos, mentorias rodadas de negócio com investidores internacionais, a exemplo de Treinamentos Go To Market, plano de vendas, investimentos, Soft Landing; Consultoria individual e exclusiva com analistas Gartner; Mentoria plano de negócios internacional e Value Proposition; Programa de Aceleração de Startups para mercados do Canadá, Estônia e Portugal , entre outras.

Para a gerente de área internacional da Softex, Ana Pires, “esse  é o momento para que empresas tenham oportunidade de criar conexões com novos mercados, além de iniciar suas atividades em ecossistemas internacionais por meio do match perfeito para sua empresa, o que possibilita o primeiro passo para entrar no mercado internacional”.

Com quase 25 anos de atuação no mercado, a Softex promove o fomento da transformação digital brasileira ao criar , promover e executar inciativas no âmbito nacional e internacional nas áreas de tecnologia e inovação. Mais informações sobre a capacitação para o mercado internacional podem ser obtidas pelo e-mail internacional@softex.br

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Imprensa

 

Lançado pela Softex em julho de 2020, o Programa Ela Empoder@ foi criado exclusivamente para fomentar o protagonismo e o desenvolvimento empreendedor digital feminino no Estado do Rio de Janeiro.

Após capacitar até 100 mulheres em sua primeira fase, a iniciativa, realizada com o apoio do agente Softex RioSoft, apresenta as 10 startups selecionadas para a segunda etapa (PREPARAR E ACELERAR): Orientamed, Qupo Tech, Siprex, TechTale.Fun, UnI9, ApiEpa, CoClima, ElaBora, eTrilhas e Nano Onco 3D.

Segundo dados do estudo “Mulheres na TI” realizado pela área de Inteligência Softex, apenas 20% da força de trabalho do mercado formal de tecnologia da informação é formado por mulheres.

A partir de agora,  as equipes receberão – cada uma – até  R$ 13 mil reais em bolsas do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e continuarão a contar com o suporte de conteúdos, acompanhamento e mentoria da equipe do programa.

Os conteúdos do Ela Empoder@ para capacitação englobaram mindset ágil e global, metodologia ágil, marketing, vendas, gestão financeira e de pessoas; validação de problema, design thinking, marketing, aspectos jurídicos e estratégias de pitch, entre outros temas.

Em sua fase 3 (CRESCER), o programa focará no desenvolvimento e no aperfeiçoamento do negócio. Clique aqui para conhecer em detalhes o Ela Empoder@.

Por Karen Kornilovicz
MLP Assessoria de Imprensa

“Modelos de Conexão com Startups” é o tema do playbook gratuito editado pela Softex para ajudar o ecossistema e as corporações a se preparem para o relacionamento com startups por meio da inovação aberta.

Elaborado por Rayanny Nunes, gerente de Inovação na Softex, o trabalho trata de temas como eventos, contratação, programa de ideias e de parceiros, provas de conceito, canais de distribuição, licenciamento, codesenvolvimento, espaços de inovação, investimento, fusões e aquisições.

Para exemplificar como esses relacionamentos podem ser extremamente produtivos na prática, o trabalho apresenta em detalhes casos de sucesso de sete empresas participantes do Programa Conecta Startup Brasil que contribuíram com essa ação:
Ambev, Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Grupo Boticário, Makro Atacadista, Overdrives Accelerator e Votorantim Cimentos.

 

 

 

Por Fabrício Lourenço
Jornalista Softex

 

Brasília, 20 de janeiro de 2020  –  A Associação do Polo Digital de Manaus (APDM) lançou a campanha, que conta com o apoio da Softex,  Unidos por Manaus – vamos salvar vidas! Que tem o objetivo de arrecadar insumos emergenciais para hospitais e serviços de pronto atendimento (SPA) dos bairros.

A APDM disponibilizou uma conta no Banco Itaú, Agência 7163, Conta Corrente 38369-3, CNPJ 36.724.681/0001-88, para doações de qualquer valor. Desde o início deste ano, a capital do Amazonas voltou a registrar aumentos nas internações e sepultamentos. No último dia 14 de janeiro, a situação se agravou com a falta de oxigênio o que levou à morte, por asfixia, de pacientes contaminados.