Montante será investido no biênio 2022-2023 em iniciativas de pesquisa, desenvolvimento, capacitação e formação de novos talentos

Para o biênio 2022-2023, a Softex, principal implementadora das políticas públicas do Governo Federal para o setor de TICs desde 1996, contará com recursos da ordem de R$ 500 milhões obtido a partir de relacionamento com empresas beneficiárias de leis de incentivos de P,D&I por meio de incentivos fiscais.

Os recursos serão investidos em sete diretrizes estratégicas: formação e a capacitação de recursos humanos; empreendedorismo e inovação; obtenção de recursos financeiros para o setor; produção e disseminação de informações qualificadas para apoio à tomada de decisões; auxílio à implantação das melhores práticas; apoio à criação e ao desenvolvimento de novos negócios, bem como à formulação de políticas públicas.

“É um marco histórico nesses 25 anos de atividades da entidade e que nos consolida como o principal hub de desenvolvimento econômico do setor de TICs”, avalia Ruben Delgado, presidente da Softex.

Ele destaca, entre outras iniciativas importantes que serão contempladas nesses investimentos, o lançamento do programa de apoio a startups especializadas em cibersegurança e o fomento ao desenvolvimento da microeletrônica, de arquiteturas cognitivas computacionais e da computação quântica.

“Também teremos a oportunidade de formar cerca de 80 mil programadores para auxiliar a suprir o apagão de profissionais e capacitar especialistas em design de chips, outra área crítica, aproveitando os recursos já aportados ao longo dos últimos dez anos na rede de ICTs de 13 regiões do interior do país para a transferência de conhecimentos e de metodologias de capacitação”, complementa Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

O total de recursos e os investimentos nas diretrizes estratégicas para o período foram aprovados durante a 76ª Reunião do Conselho de Administração e Assembleia Geral Ordinária da Softex realizada no dia 30 de março, em Brasília. Ela contou com as participações de Paulo Alvim, novo  ministro da Ciência Tecnologia e Inovações; do ex-ministro astronauta Marcos Pontes; do deputado Marcos Pereira, presidente do Conselho; do deputado federal Vitor Lippi, vice-presidente do Conselho; Ruben Delgado, presidente da Softex; e Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Fundada há 25 anos, a Softex é responsável por criar, promover e executar iniciativas no âmbito nacional e internacional nas áreas de tecnologia e inovação; bem como fomentar o processo de transformação digital do país. Seu trabalho já beneficiou cerca de 6 mil empresas e acelerou mais de 5 mil startups.

78ª Reunião do Conselho de Administração e Assembleia Geral Ordinária da Softex realizada no dia 30 de março, em Brasília

 

Ruben Delgado, presidente da Softex, e o então ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, astronauta Marcos Pontes

 

Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex

 

 

Apesar do reconhecimento cada vez maior da relevância da diversidade nas organizações e nas atividades econômicas, a participação das mulheres nos setores de telecomunicações e tecnologia da informação tem diminuído nos últimos anos.  Esta é uma das constatações do estudo “W-Tech” realizado pelo Observatório Softex, unidade de estudos e pesquisas da entidade.

Utilizando os dados disponíveis na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o levantamento da Softex teve por objetivo constatar o atual estágio da presença feminina no universo das TICs apurando no período de 2015 a 2019 a evolução da participação por gênero, a diferença da remuneração entre homens e mulheres e um possível impacto desencadeado pela pandemia.

Embora estimativa do IBGE (2022) indique que o Brasil possui uma população de 214,3 milhões de pessoas, sendo 51,13% predominantemente composta por mulheres e 24% por jovens adultos de 25 a 39 anos, esta distribuição equilibrada não se verifica nas atividades econômicas constituídas pelos setores de telecomunicações, tecnologia da informação, conteúdo e mídia.

Entre os anos de 2015 e 2019, de acordo com a RAIS, houve redução de 2,1% no número de trabalhadoras em Informação e Comunicação, o que encolheu a participação feminina de 38,1% para 35,6%. Em Telecomunicações essa diminuição foi ainda mais intensa: queda de 3%.

Segundo o Novo CAGED (2021), os serviços de Informação e Comunicação responderam por 1,05 milhão  de trabalhadores formais no mercado em 2021 , mantendo o crescimento consistente desde o início da série histórica (2007), com um aumento de 12,7% em 2021 em relação a 2020. De acordo com a RAIS, pouco mais de um terço (35,6%) dos empregados desse segmento era formado por mulheres. No estudo, foram destacados três subsegmentos: atividades de prestação de serviços de informação, Telecomunicações e atividades dos serviços de tecnologia da informação, que juntos responderam por mais de 85,5% dos trabalhadores desse mercado no ano passado.

“Em relação à remuneração, há uma significativa diferença entre os gêneros. Para uma remuneração média do segmento de Informação e Comunicação de R$ 4.877,77, a média dos homens é de R$ 5.277,26 contra R$ 4.147,94 das mulheres. A maior disparidade está em atividades de prestação de serviços de informação, com a média dos salários masculinos superando em 27,9% a dos femininos”, destaca Ana Vitória Alkmin, pesquisadora responsável pelo Observatório Softex.

A pandemia do COVID-19 também aumentou o gap entre os dois gêneros. “As mulheres nas áreas de ciência e engenharia relataram ter sido afetadas de forma desproporcional, com a diminuição de pelo menos 5% no tempo de pesquisa em comparação com os homens, acentuando o desequilíbrio entre vida pessoal e profissional”, pondera Ana Vitória, lembrando que em decorrência da pandemia, o Global Gender Gap Report 2021 concluiu que o tempo que levará para fechar a lacuna de gênero em todo o mundo aumentou, em apenas uma geração, de 99,5 para 135,6 anos.

Outro dado que chama a atenção diz respeito às mulheres que atuam em ciência e tecnologia. Elas têm menos probabilidade do que os homens em acessar financiamentos, sendo que as startups lideradas por elas receberam apenas 2,3% do capital de risco em 2020, de acordo com a Harvard Business Review.

O trabalho enfatiza ainda a importância da promoção de esforços nos níveis governamental, acadêmico e corporativo para lidar com esse desequilíbrio de gênero. Para Elisa Carlos, head de operações da Softex, “o desafio é atrair e reter mulheres nesses campos de estudo, assim como reduzir as barreiras de inserção e manutenção delas na área, sobretudo no que diz respeito às mudanças sobre o entendimento do papel da mulher, considerando o contexto socioeconômico e os estímulos de desenvolvimento recebidos desde a infância e/ou juventude na família ou na escola”.

Em sua conclusão, o levantamento do Observatório Softex pondera que somado ao desequilíbrio de espaço entre mulheres e homens na economia da informação, promover a atração feminina – desde a academia – para esse mercado também apoiará a solução da escassez de talentos em ciências, tecnologias, engenharias e matemática frente a demanda do mercado, assim como amenizará a homogeneidade dos profissionais de TIC, que exibe baixa absorção de mulheres, PCDs e pessoas não brancas.

Para obter gratuitamente a íntegra do estudo “W-Tech” acesse https://softex.br/inteligencia/

Se você é um empreendedor e possui uma startup com uma ideia inovadora, o Programa DF Inovador quer ajudá-lo, em uma jornada de três meses, a validar a sua solução, conectá-lo a desafios do mercado ou da administração pública, tudo isso com o apoio financeiro.

Esse é o escopo da chama de Inovação Aberta lançada pelo programa: formar grupos de trabalho entre organizações públicas e privadas que possuem desafios organizacionais e startups inovadoras do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE).

Segundo um levantamento realizado pela plataforma 100 Open Startups, em 2021 o número de organizações buscando estabelecer contatos com startups de forma a promover a inovação aberta saltou de 2.825 para 4.982. E o total de startups que se relacionaram com corporações subiu de 1.310, em 2020, para 2.344 no ano passado, um aumento de 79%. Estes dados comprovam que o mercado nacional, em diferentes setores da economia, já entendeu a importância de praticar a inovação aberta.

Nesta chamada, o objetivo é trabalhar desafios em 15 principais verticais de atuação: Agronegócio, Educação, Saúde, Mobilidade, Serviços Financeiros, Varejo, Indústria 4.0, Inteligência na administração pública, Impacto Social, Energia, Sustentabilidade, Turismo e Transformação Digital. Dez grupos de trabalho serão selecionados e cada empresa ou órgão público poderá se inscrever com desafios diferentes em até dois grupos de trabalho, e as startups em apenas um. O valor de recursos para investimento é de R$ 500 mil, sendo R$ 50 mil para cada startup selecionada (não reembolsáveis).

A proposta do Programa DF Inovador é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações do Distrito Federal e RIDE, bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital. O Programa é realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e executado pela Softex.

No próximo dia 30 de março, acontecerá o evento presencial de matchmaking, usado para promover as conexões entre organizações e startups por meio dos desafios. O evento, gratuito, será no Sebraelab, do Biotic, com início às 09h00. Para participar é necessário inscrição prévia.

Para detalhes e informações sobre como participar do Programa DF Inovador, acesse https://dfinovador.org.br/inovacaoaberta

 

Por Ruben Delgado, presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex)

Desde que a Softex foi instituída, em 1996, uma de suas principais metas – além de tornar-se referência como instituição fomentadora da transformação digital no país – era do reconhecimento internacional da qualidade da tecnologia “made in Brazil”. E é esse reconhecimento que começamos a obter.

De forma inspiradora, a entidade preconiza que a tecnologia tem o poder de mudar os rumos da sociedade e, o mais impressionante, é que essa realidade já bate à nossa porta.  Prova disso é que a cada momento empresas e startups apresentam propostas e soluções inovadoras e disruptivas que convergem para um objetivo comum: entregar valores que agregam e contribuem para o desenvolvimento social.

E essa entrega ultrapassa fronteiras. Há algumas semanas, em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), sete empresas de renome no mercado nacional de tecnologia apresentam suas soluções no estande exclusivo do Brasil no Mobile World Congress 2022 (MWC), o evento mais influente do mundo para a indústria de conectividade, em busca de oportunidades de negócios, conexões e parcerias.

Após um período extremamente desafiador desencadeado pela pandemia, que trouxe o cancelamento dos eventos internacionais do setor, as exportações das empresas participantes do Projeto Brasil IT+ apresentaram um crescimento de 50% entre 2020 e 2021. Isso se deu graças a um esforço intenso da Softex para superar as barreiras de contato trazidas pela COVID-19.

Nesse contexto, a Softex adotou modelos virtuais para eventos nacionais e internacionais, treinamentos e webinars para preparar as empresas para uma nova realidade.  Com isso, além das cifras de exportação, o número de empresas apoiadas pelo projeto também duplicou em 2022.

Estão programadas para os próximos dois anos nove missões comerciais e dez eventos de grande porte, contemplando países como Estados Unidos, Canadá, México, Portugal, Reino Unido, Chile, Colômbia e Espanha. As duas entidades investirão, juntas, mais de R$ 20 milhões para promover a internacionalização da TI brasileira.

A participação brasileira em uma mostra do porte do Mobile World Congress é uma prova da vocação internacional da nossa tecnologia e de sua capacidade de estar presente nos principais mercados internacionais. Esse reconhecimento é de todos, principalmente daqueles que acreditam e trabalham na construção de um país digitalmente igualitário.

 

A Receita Digital, plataforma de prescrição médica acelerada pelo programa Conecta Startup Brasil, uma ação conjunta entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Softex e o parceiro executor, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi adquirida por R$ 5 milhões pelo marketplace Consulta Remédios, o maior marketplace de medicamentos do Brasil.

O objetivo do negócio é tornar totalmente digital a jornada de cuidados do paciente, desde a consulta, inclusive via telemedicina, passando pelo receituário digital até a aquisição dos medicamentos prescritos.

“A transformação digital na saúde apresenta ainda muitas barreiras e atritos trazidos do modelo analógico, como o desafio de transitar por sistemas que não se conversam. Com essa aquisição, o propósito é proporcionar ao paciente consulta, diagnóstico e tratamento medicamentoso de forma rápida e o mais integrada possível no ambiente da Consulta Remédios, garantindo assim uma experiência totalmente diferenciada, ágil e conectada, empoderando o usuário”, explica Ihvi Aidukaitis, fundadora da Receita Digital e Head de Produto na Consulta Remédios.

Para ela, o Conecta Startup Brasil teve papel preponderante no processo de construir e realizar a validação de seu MVP (Minimum Viable Product) ou Produto Mínimo Viável, uma das etapas mais críticas para qualquer startup. “Como o programa se dedicava a fomentar a inovação na raiz, acelerando startups early stage, como nós à época, ele foi fundamental financeiramente, além de proporcionar treinamento e acompanhamento próximo, com métricas e objetivos claros a serem alcançadas, que nos ajudaram a tirar a Receita Digital do papel e o transformá-la em um negócio de verdade”, relembra Ihvi.

O mercado de healthtechs é um dos mais promissores do ecossistema de inovação. Pesquisa da Sling Hub mostra que, em 2021, foram mapeadas 1158 empresas do segmento, ante 542 no ano passado. Essas startups movimentaram aproximadamente R$ 1,8 bilhão. Segundo a Organização Mundial da Saúde OMS, os gastos no setor da saúde já representam 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do mundo.

“Esta aquisição comprova a importância de implementação de uma política pública capaz de apoiar as startups em estágio realmente inicial, de ideação mesmo, que acabam sendo esquecidas por ouros programas”, analisa Elisa Carlos, head de operações da Softex.

Agora com ainda mais musculatura, a Receita Digital planeja este ano dobrar de tamanho e concluir as entregas que vão proporcionar ao usuário – em qualquer plataforma, inclusive móvel – uma jornada ainda mais conectada e integrada.

O Conecta Startup Brasil é um programa de inovação aberta que já impactou mais de 34.000 pessoas em todo o país e que tem como objetivo fomentar projetos de inovação que tenham compatibilidade com o mercado e com grandes empresas. Ele se destaca frente a outras iniciativas por focar em startups em estágio inicial. Ao longo de seus 18 meses de execução, mapeou 327 desafios de mercado, conectou 36 empresas a 53 startups e gerou mais de 600 empregos diretos.

Em solenidade realizada na tarde desta segunda-feira (14) no Gabinete de Gestão Integrada no Palácio do Governo do Paraná, foi lançado oficialmente no Estado o Projeto Residência Técnica em TIC (RESTEC-7), uma iniciativa do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações (MCTI) com coordenação da Softex.

O evento contou com as participações de Ulisses Martins Rosa, coordenador de Fomento à Inovação do MCTI, Ramiro Wahrhaftig, presidente da Fundação Araucária representando o Governo do Paraná; Marcelo Rangel, superintendente de inovação do Paraná; Aldo Nelson Bona, superintendente Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; Keli Guimarães, da Superintendência-Geral de Desempenho Econômico e Social (Sgdes); Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex;  Edvar Pera Jr, diretor-executivo do Núcleo Softex Campinas; Lucas Ribeiro, presidente da Assespro-PR; Adriano Krzyuy, vice-presidente de articulação política da Assespro-PR; Izoulet Cortes Filho, diretor de projetos e negócios internacionais da Assespro-PR, além de representantes de entidades empresarias e de apoio ao setor produtivo.

“Não estamos falando apenas de um projeto de capacitação, mas de uma política pública de transformação nacional que auxiliará, em muito, os grandes demandantes de profissionais do setor e, o que é também muito importante, com as habilidades interpessoais e técnicas necessárias. Esse projeto-piloto no Paraná tem tudo para dar certo pela vocação empreendedora do Estado e por seu mindset mulicultural”, disse Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Para Ulisses Martins Rosa, coordenador de Fomento à Inovação do MCTI, a questão da formação de mão de obra qualificada para trabalhar com as habilidades do futuro é uma prioridade para o Ministério. “Capacitar profissionais em TICs com o viés demandado pelo mercado, mas como um complemento à formação regular para reduzir o gap entre a necessidade da indústria e a educação oferecida nas universidades, é essencial nesse momento”.

“O Paraná é atualmente o Vale do Silício da inovação no Brasil. Isso se dá pelo fato de todo o ambiente tecnológico e empreendedor compartilhar desse mesmo propósito, dos investimentos realizados e de sua vocação. Esse programa chega para apoiar o Estado na formação de profissionais que possam colaborar no desafio de sustentar essa  projeção do Estado no cenário de inovação nacional”, destacou Marcelo Rangel, superintendente de inovação do Paraná.

O Projeto Residência Técnica em TIC – batizado localmente de TechDev PR – é um programa com foco em pesquisa aplicada e formação profissional que tem por objetivo a implementação de um modelo inovador e escalável de capacitação tecnológica de pesquisadores e estudantes. Sua meta é promover treinamento para até mil alunos da região em seis meses e ir exatamente ao encontro do que as empresas precisam.

O projeto tem a plataforma Workover como base tecnológica para a realização dos cursos. Ela traz uma jornada com uma série de trilhas de formação e conteúdos gratuitos. A capacitação leva em conta habilidades interpessoais (soft skills) e técnicas (hard skills).

Os cursos oferecidos pelo programa vão capacitar profissionais para atuarem em atividades de concepção, desenvolvimento, publicação, manutenção e evolução de produtos e sistemas de base tecnológica, não somente em empresas que desenvolvem software, mas também em qualquer tipo de empresa que demande profissionais da área de sistemas e computação, permitindo, por exemplo, que os candidatos tenham contato com as tendências mais recentes em desenvolvimento de software, design e empreendedorismo.

“Desenvolvemos uma metodologia aplicada com muito sucesso em Campinas e que estamos levando para teste em outros ecossistemas”, explica Edvar Pera Jr, presidente do Núcleo Softex Campinas, citando como exemplo a aula magna realizada no Serratec, parque tecnológico da região serrana do Rio de Janeiro, na semana passada.

“No caso do Serratec, estamos juntando a metodologia deles com a desenvolvida em Campinas para enriquecimento mútuo e conexão”, complementa Edvar Pera Jr, acrescentando que lá a iniciativa é executada em conjunto com a Firjan/SENAI, Sinditec e outros parceiros.

O Projeto Residência Técnica em TIC integra o Programa MCTI Futuro: Futuro do Trabalho, Trabalho do Futuro, coordenado pela Secretaria de Empreendedorismo e Inovação (Sempi), com gestão da Softex e parceria com diversas instituições privadas. Ao todo, R$ 190 milhões serão empregados no programa. Os recursos são da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991.

Lançamento do Projeto Residência Técnica em TIC no Palácio do Governo do Paraná