Evolução representa um aumento de 40% em relação ao ano anterior

O Brasil tem lugar garantido entre os maiores mercados de softwares e serviços de TI do mundo. O país conta atualmente com cerca de 90 mil empresas de software e serviços de TI que geraram, em 2015, algo em torno de R$ 100 bilhões em receita líquida, mantendo 600 mil postos diretos de trabalho. No ano passado, as companhias nacionais desse segmento exportaram cerca de R$ 4 bilhões, segundo estimativa do Observatório Softex, unidade de estudo e pesquisa da entidade.

Em 2015, as 158 empresas integrantes do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria pela Softex com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,9 bilhão para a balança comercial do país.

“Esse valor representa um incremento de 41% em relação ao ano anterior, mesmo levando em consideração a variação cambial do período, o equivalente a 45% do total exportado pelo setor”, comemora Guilherme Amorim, gestor da área Internacional da Softex.

Transformar as companhias nacionais de TI em players globais é um dos projetos mais importantes conduzidos pela entidade e, para atingir esse resultado, no ano passado a área Internacional implementou 26 ações de promoção comercial e  analisou, no período de janeiro de 2014 a julho deste ano, o potencial de internacionalização de 526 empresas.

De acordo com análises levantadas pelo corpo técnico do projeto, é possível identificar relação direta entre crescimento (CAGR) e atuação no mercado externo, pois as empresas que mais incrementam seu faturamento são justamente aquelas que mais exportam. As 20 empresas scale ups analisadas e atuantes no exterior cresceram aproximadamente 20% no consolidado do período de 2011 a 2015.

“Como cerca de 90% das empresas do projeto são de porte pequeno e médio, com equipe enxuta ou com poucos recursos para investir na expansão internacional, ao longo do último ano procuramos fornecer uma butique de soluções de baixo custo e atalhos para a internacionalização. Por meio de modelagens de negócios, nosso objetivo é desenvolver junto às empresas de TI estratégias mais ágeis e lean de go to market. Conosco, o empresário que busca o mercado global tem a possibilidade de decidir em dias o que ele levaria meses para definir em sua estratégia. Essa nova abordagem fez com que passássemos de 158 para 202 empresas participantes. Projetamos para este ano um aumento da ordem de 12% no valor das vendas de software e de serviços de TI no exterior”, acrescenta Guilherme Amorim.

Iniciado em 2005, o projeto setorial tem o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios no mercado internacional para as companhias brasileiras participantes, ampliar o volume de exportações do setor, aumentar a exposição da indústria da indústria brasileira de TI e fortalecer a imagem do Brasil como um centro mundial de excelência no setor.

Ele oferece uma série de benefícios às empresas associadas, entre os quais acesso a informações qualificadas sobre os mercados-alvo, assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

“Nos últimos 11 anos, construímos graças à sólida parceria com a Apex-Brasil um plano de internacionalização capaz de atender às necessidades particulares desta indústria que, segundo a consultoria Gartner, continuará a crescer no Brasil a uma taxa anual média de 4,6% para software e de 3,3% para serviços de TI entre os anos de 2014 a 2019”, complementa Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

São também parceiros da Softex nessa iniciativa, além de seus 23 Agentes Regionais, unidades autônomas integrantes do Sistema Softex que oferecem apoio a empresas de software e serviços de TI em diversas regiões do país, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Evolução representa um aumento de 40% em relação ao ano anterior

O Brasil tem lugar garantido entre os maiores mercados de softwares e serviços de TI do mundo. O país conta atualmente com cerca de 90 mil empresas de software e serviços de TI que geraram, em 2015, algo em torno de R$ 100 bilhões em receita líquida, mantendo 600 mil postos diretos de trabalho. No ano passado, as companhias nacionais desse segmento exportaram cerca de R$ 4 bilhões, segundo estimativa do Observatório Softex, unidade de estudo e pesquisa da entidade.

Em 2015, as 158 empresas integrantes do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria pela Softex com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,9 bilhão para a balança comercial do país.

“Esse valor representa um incremento de 41% em relação ao ano anterior, mesmo levando em consideração a variação cambial do período, o equivalente a 45% do total exportado pelo setor”, comemora Guilherme Amorim, gestor da área Internacional da Softex.

Transformar as companhias nacionais de TI em players globais é um dos projetos mais importantes conduzidos pela entidade e, para atingir esse resultado, no ano passado a área Internacional implementou 26 ações de promoção comercial e  analisou, no período de janeiro de 2014 a julho deste ano, o potencial de internacionalização de 526 empresas.

De acordo com análises levantadas pelo corpo técnico do projeto, é possível identificar relação direta entre crescimento (CAGR) e atuação no mercado externo, pois as empresas que mais incrementam seu faturamento são justamente aquelas que mais exportam. As 20 empresas scale ups analisadas e atuantes no exterior cresceram aproximadamente 20% no consolidado do período de 2011 a 2015.

“Como cerca de 90% das empresas do projeto são de porte pequeno e médio, com equipe enxuta ou com poucos recursos para investir na expansão internacional, ao longo do último ano procuramos fornecer uma butique de soluções de baixo custo e atalhos para a internacionalização. Por meio de modelagens de negócios, nosso objetivo é desenvolver junto às empresas de TI estratégias mais ágeis e lean de go to market. Conosco, o empresário que busca o mercado global tem a possibilidade de decidir em dias o que ele levaria meses para definir em sua estratégia. Essa nova abordagem fez com que passássemos de 158 para 202 empresas participantes. Projetamos para este ano um aumento da ordem de 12% no valor das vendas de software e de serviços de TI no exterior”, acrescenta Guilherme Amorim.

Iniciado em 2005, o projeto setorial tem o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios no mercado internacional para as companhias brasileiras participantes, ampliar o volume de exportações do setor, aumentar a exposição da indústria da indústria brasileira de TI e fortalecer a imagem do Brasil como um centro mundial de excelência no setor.

Ele oferece uma série de benefícios às empresas associadas, entre os quais acesso a informações qualificadas sobre os mercados-alvo, assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

“Nos últimos 11 anos, construímos graças à sólida parceria com a Apex-Brasil um plano de internacionalização capaz de atender às necessidades particulares desta indústria que, segundo a consultoria Gartner, continuará a crescer no Brasil a uma taxa anual média de 4,6% para software e de 3,3% para serviços de TI entre os anos de 2014 a 2019”, complementa Diônes Lima, vice-presidente de operações (COO) da Softex.

São também parceiros da Softex nessa iniciativa, além de seus 23 Agentes Regionais, unidades autônomas integrantes do Sistema Softex que oferecem apoio a empresas de software e serviços de TI em diversas regiões do país, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A Softex em parceria com Apex-Brasil no âmbito do projeto setorial Brasil IT+, levou delegação de empresas para o XChange 2016, que aconteceu de de 21 a 23 de agosto, em San Antonio no Texas.

O XChange é o mais importante evento internacional voltado para canais de vendas no mercado norte-americano. Além da oportunidade para geração de negócios e parcerias, as empresas brasileiras participaram de palestras e debates com destaque para temas de IOT e Segurança em TI.

Em 2015 a delegação brasileira foi composta de 8 empresas, já este ano foram 12 participantes: Actminds, Aurus Software, Codus Tecnologia, Dextra , E-trust, Icaro Tech, MC1, Borba&Lewis, Prime Systems e SER.

Esse aumento na adesão das empresas mostra que a crise no mercado interno não tem sido entrave para as empresas no rumo além-fronteiras, pelo contrário, na realidade tem motivado os empresários a buscarem novos mercados. Outro fator preponderante para a adesão das empresas ao XChange é o trabalho desenvolvido pela Softex desde 2015 que, por meio de mentorias e modelagens de negócios do International Way, tem entregado às empresas instrumentos específicos para a estruturação de plano e programa de canais internacionais.

Segundo Luis Dosso, diretor de desenvolvimento de negócios da Dextra, no primeiro ano de participação no XChange a empresa já fechou negócios e voltou pelo segundo ano consecutivo com um pacote de vantagens e cases para atrair parceiros no mercado americano. “É necessário ir várias vezes a um mesmo evento. Para o XChange, nós tínhamos a expectativa de fechar algum negócio somente no segundo ano de participação. Mas agora, ao invés de dizer ao potencial cliente ou parceiro americano que a nossa empresa estava chegando nos EUA, podemos dizer que já temos clientes no país”. A Dextra, além de participar dos eventos internacionais promovidos pelo Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, sempre focou no planejamento de sua internacionalização, para isso contratou uma pesquisa de mercado primária da Universidade da California e tem realizado diversas modelagens de negócios propostas pelo International Way.

Confira algumas fotos da participação das empresas brasileiras de TI no XChange 2016.

A Softex em parceria com Apex-Brasil no âmbito do projeto setorial Brasil IT+, levou delegação de empresas para o XChange 2016, que aconteceu de de 21 a 23 de agosto, em San Antonio no Texas.

O XChange é o mais importante evento internacional voltado para canais de vendas no mercado norte-americano. Além da oportunidade para geração de negócios e parcerias, as empresas brasileiras participaram de palestras e debates com destaque para temas de IOT e Segurança em TI.

Em 2015 a delegação brasileira foi composta de 8 empresas, já este ano foram 12 participantes: Actminds, Aurus Software, Codus Tecnologia, Dextra , E-trust, Icaro Tech, MC1, Borba&Lewis, Prime Systems e SER.

Esse aumento na adesão das empresas mostra que a crise no mercado interno não tem sido entrave para as empresas no rumo além-fronteiras, pelo contrário, na realidade tem motivado os empresários a buscarem novos mercados. Outro fator preponderante para a adesão das empresas ao XChange é o trabalho desenvolvido pela Softex desde 2015 que, por meio de mentorias e modelagens de negócios do International Way, tem entregado às empresas instrumentos específicos para a estruturação de plano e programa de canais internacionais.

Segundo Luis Dosso, diretor de desenvolvimento de negócios da Dextra, no primeiro ano de participação no XChange a empresa já fechou negócios e voltou pelo segundo ano consecutivo com um pacote de vantagens e cases para atrair parceiros no mercado americano. “É necessário ir várias vezes a um mesmo evento. Para o XChange, nós tínhamos a expectativa de fechar algum negócio somente no segundo ano de participação. Mas agora, ao invés de dizer ao potencial cliente ou parceiro americano que a nossa empresa estava chegando nos EUA, podemos dizer que já temos clientes no país”. A Dextra, além de participar dos eventos internacionais promovidos pelo Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil, sempre focou no planejamento de sua internacionalização, para isso contratou uma pesquisa de mercado primária da Universidade da California e tem realizado diversas modelagens de negócios propostas pelo International Way.

Confira algumas fotos da participação das empresas brasileiras de TI no XChange 2016.

Iniciativa tem por objetivo auxiliar as empresas interessadas em busca de oportunidades de negócios no exterior

Para atender à demanda das empresas brasileiras de TI interessadas em buscar novos espaços no exterior para seus produtos e serviços de software e serviços de TI, a Softex está lançando a série Market Analysis contemplando os mercados internacionais que apresentam maior potencial para receber as soluções “made in Brazil”. A iniciativa ocorre no âmbito do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“A falta de informação sobre mercados externos é apontada como principal dificuldade por cerca de 70% das empresas que buscam nosso apoio no processo de internacionalização”, explica Guilherme Amorim, gerente da área Internacional da Softex.

Ao longo deste ano, foram produzidos 16 relatórios, entre eles um abrangendo a região da América Latina que apresenta forte demanda em função de similaridades culturais. Chile, Colômbia, México e Argentina são mercados muito receptivos à TI brasileira, cada um com características próprias.

“A identificação dessas peculiaridades aumenta a probabilidade de sucesso quando uma empresa brasileira chega a um novo país. No caso do Chile, por exemplo, há uma forte demanda gerada pelos vários acordos bilaterais assinados pelo país, o que faz dele uma excelente base para outros mercados. Além disso, o Chile também é muito receptivo para vendas governamentais”, explica Guilherme Amorim, completa Amorim.

A América do Norte e a Europa, duas outras regiões que podem absorver a produção brasileira de TI, também integram a série Market Analysis.  “Qualquer empresa interessada pode ter acesso à versão resumida e, caso queira informações mais detalhadas, pode se associar ao Projeto”, complementa Amorim, lembrando ainda que os relatórios são produzidos com base em informações exclusivas dos principais institutos de pesquisa globais como Gartner, Euromonitor e Forrester, alinhadas com os dados primários levantados e analisados pelo corpo técnico do próprio Projeto.

Hoje, as empresas do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil respondem por 45% das exportações do setor de software e serviços do Brasil. Integrado atualmente por 202 companhias, ele têm como mercados-alvo prioritários Estados Unidos, Colômbia, Chile e México.

O Projeto oferece uma série de benefícios às associadas além de informações qualificadas sobre os mercados-alvos, tais como assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

Para conhecer a série Market Analysis lançada pela Softex visite http://www.brasilitplus.com/brasilit/Portugues/detOportunidadesInvestimentos.php

Iniciativa tem por objetivo auxiliar as empresas interessadas em busca de oportunidades de negócios no exterior

Para atender à demanda das empresas brasileiras de TI interessadas em buscar novos espaços no exterior para seus produtos e serviços de software e serviços de TI, a Softex está lançando a série Market Analysis contemplando os mercados internacionais que apresentam maior potencial para receber as soluções “made in Brazil”. A iniciativa ocorre no âmbito do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“A falta de informação sobre mercados externos é apontada como principal dificuldade por cerca de 70% das empresas que buscam nosso apoio no processo de internacionalização”, explica Guilherme Amorim, gerente da área Internacional da Softex.

Ao longo deste ano, foram produzidos 16 relatórios, entre eles um abrangendo a região da América Latina que apresenta forte demanda em função de similaridades culturais. Chile, Colômbia, México e Argentina são mercados muito receptivos à TI brasileira, cada um com características próprias.

“A identificação dessas peculiaridades aumenta a probabilidade de sucesso quando uma empresa brasileira chega a um novo país. No caso do Chile, por exemplo, há uma forte demanda gerada pelos vários acordos bilaterais assinados pelo país, o que faz dele uma excelente base para outros mercados. Além disso, o Chile também é muito receptivo para vendas governamentais”, explica Guilherme Amorim, completa Amorim.

A América do Norte e a Europa, duas outras regiões que podem absorver a produção brasileira de TI, também integram a série Market Analysis.  “Qualquer empresa interessada pode ter acesso à versão resumida e, caso queira informações mais detalhadas, pode se associar ao Projeto”, complementa Amorim, lembrando ainda que os relatórios são produzidos com base em informações exclusivas dos principais institutos de pesquisa globais como Gartner, Euromonitor e Forrester, alinhadas com os dados primários levantados e analisados pelo corpo técnico do próprio Projeto.

Hoje, as empresas do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil respondem por 45% das exportações do setor de software e serviços do Brasil. Integrado atualmente por 202 companhias, ele têm como mercados-alvo prioritários Estados Unidos, Colômbia, Chile e México.

O Projeto oferece uma série de benefícios às associadas além de informações qualificadas sobre os mercados-alvos, tais como assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

Para conhecer a série Market Analysis lançada pela Softex visite http://www.brasilitplus.com/brasilit/Portugues/detOportunidadesInvestimentos.php