Já está disponível para download gratuito no website da Softex o mais novo integrante da série de cadernos temáticos do Observatório, núcleo de estudos, pesquisa e inteligência da Softex: Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Software e Serviços de TI.

Com 137 páginas e dividido em quatro capítulos, a publicação tem por objetivo apresentar dados, discutir e realizar prognósticos sobre a P&D&I realizada no Brasil e o papel que os países periféricos podem vir a desempenhar no novo ambiente.

O primeiro capítulo analisa o surgimento das redes globais de produção e inovação, as suas peculiaridades e de que forma elas afetam as relações de produção e inovação nos países centrais e periféricos.

O segundo é dedicado a avaliar a importância da inovação como motor de crescimento das empresas e do desenvolvimento dos países. Nele são discutidas as especificidades da inovação em software e serviços de TI considerando dois pilares principais: a existência de plataformas tecnológicas e os processos de modularização.

“No levantamento, utilizamos dados sobre inovação apurados pela PINTEC/IBGE. Buscamos, também, identificar como estão posicionadas as empresas de capital nacional na cadeia de valor de software”, explica Virgínia Duarte, gerente da área inteligência da Softex. O estudo aponta que o foco dessas empresas está mais voltado para a capacidade de entender os negócios e as necessidades do cliente do que para pesquisa e desenvolvimento. “E isto faz toda diferença no seu potencial para a inovação e nos resultados da inovação, muito mais guiados pela demanda”, completa.

Os desafios e obstáculos que impediram empresas da indústria brasileira de software e serviços de TI (IBSS) de inovar ou dificultaram a implementação das ações inovativas são discutidos no Capítulo 3. Eles incluem fatores estruturais, problemas conjunturais e microeconômicos. “As diferenças estruturais e a forma de acumulação de capital em redes globais colocam barreiras para o alcance dos resultados benéficos do capitalismo nos países periféricos, dificultando a inovação. As dificuldades com o empreendedorismo não podem ser percebidas apenas como falta de atitude e cultura do empresário brasileiro”, complementa Virgínia Duarte.

O quarto e último capítulo é dedicado a avaliar as mudanças tecnológicas atuais que vêm construindo um novo paradigma e afetando de forma significativa a cadeia de valor das atividades de software e serviços de TI e os principais elementos da sua dinâmica: as plataformas tecnológicas e o processo de modularização.

A disseminação das novas tecnologias e tendências de negócios tem um impacto importante nas formas como pesquisa, desenvolvimento e inovação ocorrem. Elas transformam as relações de parceria, as fontes principais de informação e as questões chaves da inovação, observa Virgínia.

“Assistimos já a este movimento. Cada vez mais as empresas de software buscarão soluções conjuntas de P&D, utilizando plataformas abertas. Trabalharão com parceiros antes não tão valorizados, tais como concorrentes e consultores externos. A inovação será guiada pela demanda, com o consumidor tendo um papel relevante no processo. As empresas de capital nacional terão a oportunidade (e também o desafio) de sair da órbita das antigas líderes, buscando um novo posicionamento no mercado. O terreno é propício para empresas que possuem um conhecimento apurado dos clientes e tenham como vocação o desenvolvimento de aplicativos verticais. Mas não estamos falando mais das suítes complexas que dominaram o nosso passado recente e nem da forma antiga de fazer negócios. Ou seja, temos vocação para o novo cenário, mas temos pela frente o desafio de ter de rever os nossos (pre)conceitos”, observa.

“A nova forma de realização de ações inovativas pelas empresas abre janelas de oportunidades para a inserção da IBSS nas redes globais, mas de forma inusitada, obrigando a indústria a superar diversos desafios e em prazo de tempo muito curto”, conclui Virgínia Duarte.

Confira a íntegra do caderno temático “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Software e Serviços de TI” acessando http://www.softex.br/projetos-para-o-setor/observatorio/cadernos-tematicos/

Convergência Digital Ana Paula Lobo e Pedro Costa – 17/09/2015

Reeleito presidente da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro- Softex, Rubén Delgado, o novo mandato vai até 2017, admite que o momento é muito delicado – a própria entidade vai sofrer com o ajuste fiscal do governo Dilma – mas acredita que a crise pode mudar um país. “O momento ruim exige posicionamento de todo o ecossistema. Vive quem se posicione e define metas”, diz.

Para Delgado, nesse momento, a TI tem que ser o elemento da mudança.”A TI não pode ser atrasada. Ela precisa se reinventar. Sair da zona do conforto e ir ao mercado”. Assistam a entrevista concedida pelo presidente da Softex, Rubén Delgado, à CDTV, do portal Convergência Digital.

Painel promovido pela Softex debate o uso da tecnologia da informação nos serviços básicos de atendimento ao cidadão.

As grandes transformações provocadas pelo uso da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na medicina sinalizam o avanço e retomam o debate em torno da capacidade das máquinas substituírem a presença e o calor humano. O assunto foi debatido ontem no painel Pessoas ou Pacientes? realizado pela Softex no encerramento do Rio Info 2015.

Os especialistas presentes ao debate são unânimes em concordar que a TIC já se consolidou como um importante aliado da medicina na sua relação com as pessoas. Graças a ela, consultas ou mesmo tratamentos hospitalares podem ser feitos com a ajuda do computador ou dispositivos móveis, no conforto da casa mesmo. O usuário do complexo Sistema Único de Saúde (SUS) já pode ter todos os dados do seu cartão de saúde disponíveis em um aplicativo de celular.

“A grande questão que se coloca hoje é a de como fazer com que o abraço virtual seja realmente um abraço. Como trazer a emoção com um clique é o grande desafio que se discute neste momento”, diz Virgínia Duarte, gerente da área de Inteligência da Softex, que coordenou o painel.

Ela opina que o médico, o hospital e o consultório não perdem a sua importância com o novo modelo, mas ganham novas ferramentas para oferecer ao paciente mais tempo e dedicação do que a simples presença física em uma única consulta. “O hospital deixa de ser o local privilegiado de atendimento, muda o espaço da saúde e ganha relevância o que acontece entre uma consulta e outra”, observa.

O novo modo de cuidar da saúde transforma também a estrutura física dos hospitais.  A casa passa a ser um local central no cuidado da saúde. Mas como a casa não é um hospital, novas máquinas passam a ser exigidas. “Serão necessários – e já estão sendo pensados – equipamentos muito diferentes do que a gente conhece hoje dentro de um hospital. São equipamentos leves e de multiuso, reprogramáveis e com capacidade de, a todo instante, ser modificado, dando a possiblidade de monitoramentos diferentes com o mesmo equipamento”.

Virgínia cita como exemplo da nova tendência o uso da internet das coisas e a proliferação de sensores que podem ser, inclusive, injetáveis, implantáveis ou digeríveis. “Esses dispositivos serão capazes de enviar dados, realizar ações programadas e ser reprogramados à distância”.

O recém-lançado cartão SUS Digital mostra que a medicina virtual favorece também as políticas públicas de saúde. Lançado no dia 28 de agosto, o aplicativo para smartphone já se tornou o produto mais buscado do google play. Com vinte dias de funcionamento, havia alcançado 80 mil acessos.

“A conectividade hoje não é mais um desafio. É uma realidade com a qual todas as classes sociais convivem. O usuário do SUS não só tem acesso a este tipo de aplicativo como está ávido por mecanismos que desburocratizem a sua vida no SUS”, garante o diretor do DATASUS, Giliate Coelho Neto. Ele ressalta que políticas de subsídios para o setor de smartphone contribuíram para que haja atualmente 250 milhões de aparelhos celulares no país, dos quais 70% são smartphones.

Com o Cartão SUS Digital, o cidadão pode, por exemplo, acompanhar o controle da pressão e medição de glicemia. Ao preencher as informações, a ferramenta mostra, com auxílio de gráficos, os últimos registros de pressão máxima e mínima e a evolução das taxas de glicemia. Ele também pode indicar se possui alergias, informar se faz uso contínuo de medicamentos, adicionar contatos de emergência e compartilhar as informações com médicos por quem estejam sendo acompanhados.

A partir de março de 2016, o usuário poderá também marcar consultas e avaliar os serviços prestados. O ministério da Saúde estuda formas seguras de tornar disponíveis os dados da saúde. “O nosso desafio é conseguir disponibilizar informações para que elas tenham valor de uso para profissionais de saúde e usuários do SUS. O nosso objetivo é que essas informações possam salvar vidas. Ao mesmo tempo elas precisam ser disponibilizadas de maneira segura para que esses dados em hipótese alguma sejam acessados de forma indevida”, pondera Coelho Neto.

Outra novidade do Ministério da Saúde é o lançamento de uma plataforma do tipo SOA que irá permitir que empresas do setor de TI conectem com a plataforma compartilhando dados e serviços.

O mercado brasileiro de desenvolvimento de software e serviços de TI cresce acelerado, apoiado na terceirização de atividades realizadas in house para empresas da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS). “As demandas de TI não param e se tornam cada vez mais necessárias, levando as empresas a perceberem que o apoio de fornecedores externos pode contribuir para agilizar o seu processo de informatização. Além disso, elas precisam focar nos seus negócios, reduzindo custos desnecessários provenientes da manutenção de um departamento próprio de TI”, afirma Ruben Delgado, presidente da Softex e coordenador do seminário “Competitividade Global das Empresas Brasileiras de TI”, durante o Rio Info 2015, que acontece de 15 a 17 de setembro no Hotel Royal Tulip, Rua Aquarela do Brasil 75, São Conrado, Rio de Janeiro.

Segundo dados do IBGE, durante o período 2007 a 2012, a receita líquida da IBSS cresceu, em média, 8% ao ano. A partir destes dados, a área de inteligência da Softex estima que, em 2014, a receita líquida da indústria chegou à casa de R$ 100 bilhões. “No âmbito da IBSS, as atividades de suporte técnico/manutenção de TI e de desenvolvimento de portais e oferta de informações para a Internet são as que vêm apresentando maior crescimento ao longo dos últimos anos”.

Segundo Ruben, o crescimento da indústria também está relacionado à tendência natural de informatização de um número cada vez maior de pequenas e médias empresas. “O surgimento de novos modelos de negócios, impulsionado pelo cenário da mobilidade e advento da computação em nuvem, com a adoção de soluções do tipo SaaS (Software as a Service), facilitam o processo de informatização das pequenas. O mercado B2C também tem crescido, embalado pelo fascínio que as novas tecnologias exercem sobre as pessoas, especialmente os mais jovens. Um número cada vez maior acessa apps e serviços através de celulares e de outros dispositivos móveis”.

No cenário regional, as empresas fluminenses contribuem de modo muito significativo para a receita total do setor, mas têm perdido espaço para outros estados. “Estimamos que a receita da indústria de software e serviços de TI do Rio de Janeiro representa, atualmente, em torno de 18% do total da receita da indústria nacional. No entanto, a participação do Rio de Janeiro cai ao longo dos anos, e outros locais têm se tornado cada vez mais relevantes para o desempenho do setor”.

A exportação de softwares e serviços de TI brasileiros também cresceu. Em 2007, eram 149 empresas. O número chegou a 273, em 2012. A área de inteligência da Softex estima que, em 2014, a indústria contava com 315 empresas exportadoras. A receita também cresce ano a ano. Em 2007, o faturamento líquido com exportações foi de R$ 3,6 bilhões, aumentando para R$ 4,1 bilhões, em 2012 (dados PAS/IBGE, a preços de 2013). Para 2014, a Softex estima que o valor exportado chegue mais próximo à casa dos R$ 5 bilhões, representando algo em torno de 4,5% do total da receita do setor.

Desafios e oportunidades

As novas tecnologias, incluindo big data, computação em nuvem, mobilidade e redes sociais, trazem uma série de oportunidades, mas também colocam um grande desafio: a necessidade de as empresas do setor repensarem os seus negócios, reverem o seu portfólio de produtos e serviços, avaliarem as suas parcerias com outras empresas do setor, com fornecedores e clientes. “O cenário é de mudança de paradigma, mudança no jeito como as pessoas vivem e trabalham e utilizam a TI. Nossas empresas têm de estar atentas a este movimento”.

Para que o setor continue a crescer e acompanhe o cenário de rápidas mudanças, outra importante dificuldade do setor que precisa enfrentar refere-se à formação de recursos humanos. “As novas tecnologias também irão requerer um conjunto todo novo de competências. Cada vez, haverá maior convergência entre software ehardware e entre as atividades de TI e os negócios core das empresas. Para lidar com estas convergências, os profissionais de TI terão de ter um perfil de competências, habilidades e atitudes distinto do que possuem atualmente”.

Para Ruben, as pequenas empresas que compõem a maior parte da indústria nacional de software e serviços de TI, têm como vantagem a fácil adaptação a novos cenários, mas precisam apostar em novas oportunidades do mercado em parceria com as grandes. “Elas precisam ganhar musculatura e ampliar a sua área de atuação, em geral, ainda muito focada em mercados locais e pequenos negócios. Alternativa ao crescimento seria a sua organização em consórcios ou outros arranjos empresariais, em busca de combinar produtos próprios com os de parceiras, permitindo a oferta de serviços fim-a-fim para os clientes, em geral de grande porte”.

Inovar para se tornar competitivo

O desenvolvimento da indústria nacional de software e serviços de TI sempre foi muito orientado para o mercado interno, mas recentemente vários fatores têm permitido que empresas, antes com foco local, ampliem suas fronteiras. “Houve mudanças na forma como o mundo é percebido, com uma redução relevante nas distâncias, antes muito acentuadas, entre local e global. Além disso, a desvalorização do real frente ao dólar e o baixo crescimento econômico do país colaboram para tornar o mercado externo muito atraente”, afirma Ruben Delgado, presidente da Softex.

A inovação, em especial em software, é um importante diferencial competitivo brasileiro, que tem aberto portas para uma maior atuação em outros mercados. “O Brasil tem tudo para alcançar destaque nesta área até por nossa tradição em criatividade. Ao longo do tempo enfrentamos e superamos diversos períodos de crises econômicas, que incluíram até a adoção de novas moedas. Esta capacidade de descobrir novos caminhos e superar cenários adversos está em nosso DNA. O que o Brasil precisa é ter uma estratégia de posicionamento no mercado global, priorizando determinados segmentos”.

As empresas também têm dado mais atenção ao mercado externo a fim de melhor enfrentar os concorrentes que chegam ao país. “Essas chegadas podem ameaçar a sobrevivência das brasileiras que não estiverem preparadas para atender clientes cada vez mais acostumados com um padrão global de produtos e serviços. Os países da América Latina e os Estados Unidos são os principais destinos das nossas empresas.”

No entanto, ressalta, Ruben, a chegada de empresas estrangeiras também pode significar novas oportunidades e parcerias com grandes clusters. “O Brasil possui um mercado interno relevante, com mão de obra relativamente barata (quando comparada à dos países desenvolvidos) e pode ser utilizado como trampolim para o acesso a outras localidades da América Latina. Esses fatores atraem empresas estrangeiras, geram negócios, ampliam a nossa receita com atividades de software e serviços de TI”.

O principal diferencial da indústria brasileira de software e serviços de TI, segundo Ruben, é o conhecimento do mercado local e das especificidades do país, incluídas as questões relacionadas às regras locais de negócios, relacionamento com o cliente, conhecimento da legislação e da cultura local. “No que diz respeito especificamente ao mercado de software, a vocação nacional tem a ver com o software para aplicações, ou seja, direcionado para o usuário final, seja para o mercado horizontal (ERP, CRM, RH, fiscal) seja para o mercado vertical (saúde, educação, telecomunicações, gestão pública etc.)”.

Para avaliar o potencial de internacionalização da indústria, a Softex utiliza uma metodologia que considera fatores diversos: resultados comerciais, conhecimento acumulado, atitude frente ao mercado externo e capacidade de operacionalização. A metodologia foi aplicada em empresas participantes do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil e os resultados estão em fase de avaliação.

* Com informações da Assessoria do Rio Info 2015.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), promoveu dia 15 de julho, em Belo Horizonte o seminário “Tecnologia da Informação e Comunicação: oportunidades e desafios”, evento que integra o V Fórum Empresarial do MERCOSUL.

Ney Leal, vice-presidente executivo da Softex, foi um dos palestrantes no painel que analisará as Oportunidades de Negócios e de Cooperação em Inovação – Software e Hardware. Teve como moderador Evaldo Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e contou também com as participações de Claudionor Coelho Junior, diretor da Synopsys Brasil; David Travesso, diretor do CSEM Brasil e CEO da Fir Capital; Marcelo Minhós, CEO da LC Eletrônica; e Berthier Ribeiro Neto, diretor de Engenharia do Google Brasil.

“Temos que preparar as nossas empresas para serem competitivas nesse novo mundo que faz uso intenso da internet das coisas e das análises de big data, para a realidade das cidades digitais e seu impacto na vida dos cidadãos”, avalia Ney Leal.

A programação do seminário inclui painéis, palestras e debates sobre o panorama da indústria de semicondutores, as oportunidades de integração das TICs entre os membros do bloco econômico e os mecanismos de fomento à inovação e ambiente tecnológico em Minas Gerais. Na oportunidade também serão promovidas rodadas de negócios, organizadas pela Apex-Brasil, em parceria com a FIEMG.

A solenidade de abertura reuniu, entre outras autoridades, Olavo Machado Júnior, presidente da FIEMG; Altamir Roso, Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do Governo de Minas Gerais; Miguel Corrêa, Secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo de Minas Gerais; Carlos Eduardo Abijaodi, diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI); e Marco Crocco, presidente do Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG).

São Paulo, 12 de junho de 2015 – A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) promove nesta segunda-feira, 15, o evento “Cidades Inteligentes” com as participações de Márcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte; Machado Júnior, presidente da FIEMG; Leonardo Castro, secretário Municipal Adjunto de Planejamento Urbano; Daniel Marx, diretor de Transporte público BHTRANS; e Antônio Carlos Dias, Diretor de Smarter Cities da IBM, entre outros especialistas.

Na oportunidade, Ney Leal, vice-presidente executivo da Softex, analisará a importância do fomento ao cluster de TI para o desenvolvimento de uma Cidade Inteligente e inovadora. “Os clusters têm um papel fundamental não apenas para o aprimoramento da competitividade, mas também para o desenvolvimento da maturidade empresarial neste mercado, imprescindível para o desenvolvimento do país”, ressalta Ney Leal.

Integram ainda a pauta do encontro, entre outros temas a questão do desenvolvimento sustentável em um planeta urbano, mobilidade nas Cidades Inteligentes, Cidades Compactas e Cidades Empreendedoras.

Cidades Inteligentes

Data: 15 de junho de 2015

Horário: das 09h00 às 13h00

Local: FIEMG – Auditório 1º andar, Ed. Albano Franco, Av. do Contorno, 4456, Funcionários.